Provérbio revisto
Newton de Lucca
A voz do povo
é a voz de Deus...
Que povo?
Que Deus?
O que beijou Stálin?
O que delirou com Hitler?
Ou o que soltou Barrabás?
(Será que Deus já não teria se enforcado em suas próprias cordas vocais?).
terça-feira, 21 de julho de 2009
Texto argumentativo(predominante) - provérbios
DIZER E FAZER
Pais e filhos
Direitos e Deveres
Dizer e fazer
Modelos, ídolos
Certo ou errado.
Televisão? Melhor!
Conversas? Nem pensar!
Escola? Professora, Eduque!
A que categoria pertences?
A que cobra o certo e faz errado?
A que faz errado, sabe e não liga?
A que exige o certo?
A que erra e não admite erros?
A que diz e faz o dito, pelo menos acredita nisso?
Ah! Não lembro que meu filho existe.
Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço.
Pais e filhos
Direitos e Deveres
Dizer e fazer
Modelos, ídolos
Certo ou errado.
Televisão? Melhor!
Conversas? Nem pensar!
Escola? Professora, Eduque!
A que categoria pertences?
A que cobra o certo e faz errado?
A que faz errado, sabe e não liga?
A que exige o certo?
A que erra e não admite erros?
A que diz e faz o dito, pelo menos acredita nisso?
Ah! Não lembro que meu filho existe.
Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço.
GESTAR II - Camboriú
Começou nesta segunda-feira (20/07), em Balneário Camboriú, a 2ª etapa da formação de formadores do Programa Gestão da Aprendizagem Escolar - GESTAR II. A capacitação vai até o dia 24 e é destinada aos professores de Língua Portuguesa e Matemática das últimas séries do Ensino Fundamental da Rede Pública Estadual.
Cerca de 260 formadores e coordenadores do Programa estãopresentes trocando experiências em grupos e fazendo uma análise crítica das práticas em sala de aula, avançando na prática e Oficinas com os professores por regional. As atividades individuais e coletivas, presenciais e a distância, dos professores cursistas estão sendo coordenadas por um formador qualificado especialmente para atuar no GESTAR II.
Trata-se de uma formação continuada com o objetivo de aprofundar e aprimorar as práticas pedagógicas. A última etapa da capacitação está prevista para o final do ano.
Ao total serão 300 horas de curso, somando 96 horas presenciais e mais 204 na modalidade a distância. O GESTAR II é um programa conjunto do Ministério da Educação (MEC), Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e Secretaria de Estado da Educação.
Cerca de 260 formadores e coordenadores do Programa estãopresentes trocando experiências em grupos e fazendo uma análise crítica das práticas em sala de aula, avançando na prática e Oficinas com os professores por regional. As atividades individuais e coletivas, presenciais e a distância, dos professores cursistas estão sendo coordenadas por um formador qualificado especialmente para atuar no GESTAR II.
Trata-se de uma formação continuada com o objetivo de aprofundar e aprimorar as práticas pedagógicas. A última etapa da capacitação está prevista para o final do ano.
Ao total serão 300 horas de curso, somando 96 horas presenciais e mais 204 na modalidade a distância. O GESTAR II é um programa conjunto do Ministério da Educação (MEC), Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e Secretaria de Estado da Educação.
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Memorial Descritivo
Memorial Reflexivo – Rita Schumann – GESTAR II
Sou a quinta filha de uma família de seis irmãos – cinco mulheres e um homem, seriam pelo certo seis mulheres mais uma faleceu próximo de completar um ano de idade. Meu pai, hoje falecido, era autônomo – sempre trabalhou com terra e gado e minha mãe, uma senhora digna de ser chamada senhora do lar. Nasci no ano de 1971 em Caçador – SC que moro até hoje.
Iniciei minha trajetória escolar no ano de 77, direto na 1ª série, sem pré-escola, na rede estadual de ensino. Lembro-me que era muito aplicada, esforçada, participava de todas as atividades propostas pela escola e o que a professora dizia, para mim era lei.
A professora nunca tinha o porquê chamar minha atenção, mas quando acontecia delas chamarem a atenção de algum dos meus colegas eu ficava com medo, pois poderia acontecer comigo também, e quando estas chamadas eram freqüentes, a resposta do meu organismo era uma enorme dor de barriga para não precisar ir à aula; quando ia, ia chorando... Deixava minha mãe muito preocupada, pois ela me dava todos os chazinhos que podiam ser dados para eu melhorar e como não tinha jeito, procurou o médico que nada encontrou, pois a minha dor era medo.
Chegava à escola, a merendeira me esperava com um chazinho quentinho não sei se era chá ou se era água morna com açúcar, mas às vezes o chazinho tinha cor, quando eu não ia até ela, ela vinha até mim, jamais esquecerei da Guerta.
Uma das minhas irmãs levava-me para a escola e quando chegava ao morro, ela deixava que eu fosse sozinha, eu subia o morro chorando e de vez em quando olhava para trás e lá estava ela, chorando também, me dava um aperto muito grande no peito e esse aperto aumentava quando chegava à escola e sentia o cheiro de material escolar novo. Hoje, engraçado, quando sinto este cheiro parece que o sentimento da época reaparece.
Uma das vezes que me deu uma “dor de barriga” horrível foi quando a professora utilizou uma das suas ferramentas de trabalho – o livro – para dar, acredito que devagar, mas com fisionomia de poucos amigos, na cabeça de um coleguinha. Não contei nada em casa, mas meus pais percebiam que eu não estava feliz, foram até à escola, falaram com a diretora e solicitaram que me mudassem de sala para ver se eu melhorava, e o fizeram... Tudo endireitou, estudei nesta escola até a 8ª série (primário e ginásio).
As leituras desta época eram na maioria das vezes Contos de Fadas, alguns clássicos... Não lembro de nenhuma leitura que tenha marcado minha trajetória escolar desta época a não ser as que lia por conta e risco e a cartilha pela qual fui alfabetizada “O Barquinho Amarelo” – esta realmente me marcou, lembro-me até de detalhes, como se fosse hoje : “...a galinha Cocota...” ‘...o barquinho na água, pra lá...prá cá”; “...as bolhas de sabão”.
Nos últimos anos do Ensino Fundamental, a biblioteca fora para mim, além do lugar de fazer pesquisas, para pegar livros e lê-los para apresentar o resumo à professora.
Tive da 5ª a 8ª séries a mesma professora de Língua Portuguesa, muito boa, bastante tradicional, mas muito competente e responsável, mas a forma dela cobrar que lêssemos era através das fichas de leituras, era a forma que ela achava correto, mas nós líamos... tenho certeza que ela fez o melhor que sabia porque demonstrava pelos exemplos que respeitava a profissão que exercia.
O 2º grau (como se falava) cursei Magistério, na rede privada, já não mais com meus colegas, poucos continuaram a estudar, os que continuaram fizeram outros cursos e os demais, aqueles que não continuaram a estudar e que tive a oportunidade de rever, casaram cedo e tiveram vários filhos...nem todos viveram felizes para sempre.
Recordo-me que muitos, a maioria, dos professores faziam maravilhas em suas aulas e outros, ainda bem que a minoria, não se importava muito com o tipo de aula (davam 20 perguntas do conteúdo para estudar e destas 20 cobravam 10 na prova e eu tirava dez, como também acontecia com alguns do ensino fundamental, e nós, alunos, achávamos estes professores bonzinhos, “ainda bem que atualmente isto não ocorre mais”!) Mesmo assim, agradeço a todos, pois os bons - através de suas condutas – me ensinaram como fazer, os não tão bons, me ensinaram como não fazer.
Esta fase foi realmente quando aprendi a didática profissional. Atividades voltadas especificamente à prática pedagógica, o que e como se ensinar: planejamentos... diários...objetivos...metodologias...estratégias...repartir, escrever e apagar o quadro...confecção de materiais didático...propostas pedagógicas...pensadores... Percebo que isso falta em alguns dos nossos colegas que não fizeram o Magistério, pois a graduação não nos ensina esta prática. Neste período a leitura era direcionada ao suporte pedagógico, teorias educacionais e similares.
Não sei bem se foi no final do ensino fundamental ou no Ensino médio que recordo de um livro que li que para mim não foi uma leitura e sim um pesadelo, contava as linhas para que terminasse – O Guarani – para mim um enredo muito “ meloso”, quase me dava ânsia e por incrível que pareça, nesta semana que passou conversando com uma colega professora de Língua Portuguesa e falando dessa leitura que me marcou negativamente, ela me disse que foi um dos livros que mais gostou de ler, fabuloso. Pensei que devo rever meus conceitos, quem sabe criar coragem e lê-lo novamente, acredito que quando o li não estava preparada para esta tipologia textual.
Até então, não sabia se queria ser professora, mas continuei o estudo com algumas das minhas amigas do 2º Grau. Terminei o 2º grau com 17 anos e iniciei o Curso de Pós-Médio em Adicional em Pré-Escola – na FEARPE e fiz como no 1º grau, boas e duradouras amizades, algumas vindas do 2º Grau. Quando findou o curso não sabia se queria fazer Pedagogia ou Letras, acabei fazendo Letras, pois algumas destas amizades conquistadas fariam também e me convenceram que não havia mais campo de trabalho para os pedagogos.
Agradeço a estas amizades, pois me sinto realizada nesta escolha.
A leitura nesta época, Pós-Médio e Graduação, era muito prazerosa, voltei a ler contos de fada... livros escolhidos a dedo...minha professora era a Olga Fedechen, iniciou como minha professora de Literatura Infantil e continuou na minha graduação, da primeira até a última fase do Curso de Letra, na Universidade do contestado, antiga FEARPE, como professora de Língua Portuguesa. Esta professora sabia realmente o que queria, cobrava muito e repetia sempre “Para o aluno isso não é necessário, mas todo o professor deve saber a estrutura da língua que vai ensinar” - “Como ensinar se não sabe?”
Esta professora ficará eternizada, em suas palavras e ações demonstrava o respeito e carinho pela sua profissão. Respeitada, muitas vezes odiada, mas não deixava de forma nenhuma de ensinar e de cobrar resultados. Com esta disciplina e professora, retornamos a refletir a prática pedagógica, a conduta e a ética profissional. Séria, considerada tradicional, mas para mim um exemplo de consciência e compromisso com a educação. Líamos todos os gêneros e tipos textuais, trabalhávamos também a gramática – ela conceituava a gramática como o esqueleto da nossa língua. Não aceitava desculpas. Quer ser professor? Estude. Professor que não estuda não tem argumentos para querer que seu aluno estude. Professor que não gosta de ler não consegue estimular o gosto pela leitura.
Em muitas vezes ao ler um livro, sentia-me o personagem dele, tanta era a interação.
Atualmente, sou Professora efetiva 20h na rede municipal de ensino de Caçador e 40h na Secretaria de Desenvolvimento Regional/GERED na mesma cidade. Leio tudo que quero e gosto. Não sei e não quero aprender a entrar numa sala de aula sem um planejamento e um objetivo. Gosto e acredito no que faço. Quero uma educação cada vez melhor e qualificada e tenho plena consciência de que isso depende de cada um e de todos.
Sou a quinta filha de uma família de seis irmãos – cinco mulheres e um homem, seriam pelo certo seis mulheres mais uma faleceu próximo de completar um ano de idade. Meu pai, hoje falecido, era autônomo – sempre trabalhou com terra e gado e minha mãe, uma senhora digna de ser chamada senhora do lar. Nasci no ano de 1971 em Caçador – SC que moro até hoje.
Iniciei minha trajetória escolar no ano de 77, direto na 1ª série, sem pré-escola, na rede estadual de ensino. Lembro-me que era muito aplicada, esforçada, participava de todas as atividades propostas pela escola e o que a professora dizia, para mim era lei.
A professora nunca tinha o porquê chamar minha atenção, mas quando acontecia delas chamarem a atenção de algum dos meus colegas eu ficava com medo, pois poderia acontecer comigo também, e quando estas chamadas eram freqüentes, a resposta do meu organismo era uma enorme dor de barriga para não precisar ir à aula; quando ia, ia chorando... Deixava minha mãe muito preocupada, pois ela me dava todos os chazinhos que podiam ser dados para eu melhorar e como não tinha jeito, procurou o médico que nada encontrou, pois a minha dor era medo.
Chegava à escola, a merendeira me esperava com um chazinho quentinho não sei se era chá ou se era água morna com açúcar, mas às vezes o chazinho tinha cor, quando eu não ia até ela, ela vinha até mim, jamais esquecerei da Guerta.
Uma das minhas irmãs levava-me para a escola e quando chegava ao morro, ela deixava que eu fosse sozinha, eu subia o morro chorando e de vez em quando olhava para trás e lá estava ela, chorando também, me dava um aperto muito grande no peito e esse aperto aumentava quando chegava à escola e sentia o cheiro de material escolar novo. Hoje, engraçado, quando sinto este cheiro parece que o sentimento da época reaparece.
Uma das vezes que me deu uma “dor de barriga” horrível foi quando a professora utilizou uma das suas ferramentas de trabalho – o livro – para dar, acredito que devagar, mas com fisionomia de poucos amigos, na cabeça de um coleguinha. Não contei nada em casa, mas meus pais percebiam que eu não estava feliz, foram até à escola, falaram com a diretora e solicitaram que me mudassem de sala para ver se eu melhorava, e o fizeram... Tudo endireitou, estudei nesta escola até a 8ª série (primário e ginásio).
As leituras desta época eram na maioria das vezes Contos de Fadas, alguns clássicos... Não lembro de nenhuma leitura que tenha marcado minha trajetória escolar desta época a não ser as que lia por conta e risco e a cartilha pela qual fui alfabetizada “O Barquinho Amarelo” – esta realmente me marcou, lembro-me até de detalhes, como se fosse hoje : “...a galinha Cocota...” ‘...o barquinho na água, pra lá...prá cá”; “...as bolhas de sabão”.
Nos últimos anos do Ensino Fundamental, a biblioteca fora para mim, além do lugar de fazer pesquisas, para pegar livros e lê-los para apresentar o resumo à professora.
Tive da 5ª a 8ª séries a mesma professora de Língua Portuguesa, muito boa, bastante tradicional, mas muito competente e responsável, mas a forma dela cobrar que lêssemos era através das fichas de leituras, era a forma que ela achava correto, mas nós líamos... tenho certeza que ela fez o melhor que sabia porque demonstrava pelos exemplos que respeitava a profissão que exercia.
O 2º grau (como se falava) cursei Magistério, na rede privada, já não mais com meus colegas, poucos continuaram a estudar, os que continuaram fizeram outros cursos e os demais, aqueles que não continuaram a estudar e que tive a oportunidade de rever, casaram cedo e tiveram vários filhos...nem todos viveram felizes para sempre.
Recordo-me que muitos, a maioria, dos professores faziam maravilhas em suas aulas e outros, ainda bem que a minoria, não se importava muito com o tipo de aula (davam 20 perguntas do conteúdo para estudar e destas 20 cobravam 10 na prova e eu tirava dez, como também acontecia com alguns do ensino fundamental, e nós, alunos, achávamos estes professores bonzinhos, “ainda bem que atualmente isto não ocorre mais”!) Mesmo assim, agradeço a todos, pois os bons - através de suas condutas – me ensinaram como fazer, os não tão bons, me ensinaram como não fazer.
Esta fase foi realmente quando aprendi a didática profissional. Atividades voltadas especificamente à prática pedagógica, o que e como se ensinar: planejamentos... diários...objetivos...metodologias...estratégias...repartir, escrever e apagar o quadro...confecção de materiais didático...propostas pedagógicas...pensadores... Percebo que isso falta em alguns dos nossos colegas que não fizeram o Magistério, pois a graduação não nos ensina esta prática. Neste período a leitura era direcionada ao suporte pedagógico, teorias educacionais e similares.
Não sei bem se foi no final do ensino fundamental ou no Ensino médio que recordo de um livro que li que para mim não foi uma leitura e sim um pesadelo, contava as linhas para que terminasse – O Guarani – para mim um enredo muito “ meloso”, quase me dava ânsia e por incrível que pareça, nesta semana que passou conversando com uma colega professora de Língua Portuguesa e falando dessa leitura que me marcou negativamente, ela me disse que foi um dos livros que mais gostou de ler, fabuloso. Pensei que devo rever meus conceitos, quem sabe criar coragem e lê-lo novamente, acredito que quando o li não estava preparada para esta tipologia textual.
Até então, não sabia se queria ser professora, mas continuei o estudo com algumas das minhas amigas do 2º Grau. Terminei o 2º grau com 17 anos e iniciei o Curso de Pós-Médio em Adicional em Pré-Escola – na FEARPE e fiz como no 1º grau, boas e duradouras amizades, algumas vindas do 2º Grau. Quando findou o curso não sabia se queria fazer Pedagogia ou Letras, acabei fazendo Letras, pois algumas destas amizades conquistadas fariam também e me convenceram que não havia mais campo de trabalho para os pedagogos.
Agradeço a estas amizades, pois me sinto realizada nesta escolha.
A leitura nesta época, Pós-Médio e Graduação, era muito prazerosa, voltei a ler contos de fada... livros escolhidos a dedo...minha professora era a Olga Fedechen, iniciou como minha professora de Literatura Infantil e continuou na minha graduação, da primeira até a última fase do Curso de Letra, na Universidade do contestado, antiga FEARPE, como professora de Língua Portuguesa. Esta professora sabia realmente o que queria, cobrava muito e repetia sempre “Para o aluno isso não é necessário, mas todo o professor deve saber a estrutura da língua que vai ensinar” - “Como ensinar se não sabe?”
Esta professora ficará eternizada, em suas palavras e ações demonstrava o respeito e carinho pela sua profissão. Respeitada, muitas vezes odiada, mas não deixava de forma nenhuma de ensinar e de cobrar resultados. Com esta disciplina e professora, retornamos a refletir a prática pedagógica, a conduta e a ética profissional. Séria, considerada tradicional, mas para mim um exemplo de consciência e compromisso com a educação. Líamos todos os gêneros e tipos textuais, trabalhávamos também a gramática – ela conceituava a gramática como o esqueleto da nossa língua. Não aceitava desculpas. Quer ser professor? Estude. Professor que não estuda não tem argumentos para querer que seu aluno estude. Professor que não gosta de ler não consegue estimular o gosto pela leitura.
Em muitas vezes ao ler um livro, sentia-me o personagem dele, tanta era a interação.
Atualmente, sou Professora efetiva 20h na rede municipal de ensino de Caçador e 40h na Secretaria de Desenvolvimento Regional/GERED na mesma cidade. Leio tudo que quero e gosto. Não sei e não quero aprender a entrar numa sala de aula sem um planejamento e um objetivo. Gosto e acredito no que faço. Quero uma educação cada vez melhor e qualificada e tenho plena consciência de que isso depende de cada um e de todos.
sexta-feira, 3 de julho de 2009
Pauta da Oficina 5
GESTAR II – Língua Portuguesa
Caçador, 30 de junho de 2009.
Local: Auditório Pedro Ivo Campos – Secretaria de Estado do Desenvolvimento Regional
Formadoras: Liliane da Silva
Nelci Pereira Metz
Rita Schumann
LEITURA E PROCESSOS DE ESCRITA I
Encontro – 8 horas:
1º Apresentação da mensagem – Que Angústia! (Professor Ulgo)
2º Leitura do relatório do Caderno Volante – Jaqueline Rizzo (sorteio)
3º Apresentação Unidade 16 - Leitura do texto “Profetas do sertão miram horizonte para farejar chuva” página 185-186 (Elaboração das atividades-correspondências- 186 a 190) – 8 equipes. Apresentação das produções – Postar na RCPE – TP4
4º Apresentação do Sorteio por escola das Unidades e seções do Caderno de Teoria e Prática – elaborado no Power Point - tema sorteado e exemplificação – a apresentação, abaixo segue as Unidades e escolas soteadas – da TP4.
Unidade 13: Leitura, escrita e cultura. – EEB Santos Anjos – página 13
Seção 1: O letramento – EEB Dom Orlando Dotti – página 16
Seção 2: Letramento e diversidade cultural- EEB Albina Mosconi – página 32
Seção 3: Conhecimento prévio e a atividade de leitura e escrita na escola – CEJA – página 42
Unidade 14: O processo da leitura- EEB Calmon – página 69
Seção 1: Onde está o significado do texto? - EEB Wanda Krieger Gomes – página 71
Seção 2: Os objetivos de leitura: expectativas e escolhas de texto – EEB Machado de Assis – página 82
Seção 3: Conhecimentos prévios interferem na produção de significado do texto?- EEF Graciosa Copetti Pereira – página 90
Unidade 15: Mergulho no texto – EEB Frei Caneca – página 114
Seção 1: Por que e para que perguntar- EEF 30 de Outubro – página 115
Seção 2: Como chegar à estrutura do texto?- EEB Paulo Schieffler – página 125
Seção 3: Quando queremos aprender- EEB Dom Daniel Hostin – página 134
Unidade 16: A produção textual - Crenças, teorias e fazeres – EEBs Domingos da Costa Franco e Irmão Leo – página 159
Seção 1: Escrita, crenças e teorias.- EEB Nayá Gonzaga Sampaio – página 161
Seção 2: O ensino da escrita como prática comunicativa – EEB Santo Damo – página 174
Seção 3: A escrita e seu desenvolvimento comunicativo – EEF Thomaz Padilha – página 184
ESTILO, COERÊNCIA E COESÃO
5º. Estudando a TP5 – Apresentação das questões relacionadas à TP5 – individualmente. (MOMENTO DE ESTUDO).
6º Tarefa de casa: (6/07)
Postar na RCPE:
Ø As correspondências (Apresentação Unidade 16 - Leitura do texto “Profetas do sertão miram horizonte para farejar chuva” página 185-186 (Elaboração das atividades-correspondências- 186 a 190));
Ø Apresentação POWER POINT, por escola (TP4).
Ø Apresentação POWER POINT da TP4.
Ø Respostas das questões da TP5
Caçador, 30 de junho de 2009.
Local: Auditório Pedro Ivo Campos – Secretaria de Estado do Desenvolvimento Regional
Formadoras: Liliane da Silva
Nelci Pereira Metz
Rita Schumann
LEITURA E PROCESSOS DE ESCRITA I
Encontro – 8 horas:
1º Apresentação da mensagem – Que Angústia! (Professor Ulgo)
2º Leitura do relatório do Caderno Volante – Jaqueline Rizzo (sorteio)
3º Apresentação Unidade 16 - Leitura do texto “Profetas do sertão miram horizonte para farejar chuva” página 185-186 (Elaboração das atividades-correspondências- 186 a 190) – 8 equipes. Apresentação das produções – Postar na RCPE – TP4
4º Apresentação do Sorteio por escola das Unidades e seções do Caderno de Teoria e Prática – elaborado no Power Point - tema sorteado e exemplificação – a apresentação, abaixo segue as Unidades e escolas soteadas – da TP4.
Unidade 13: Leitura, escrita e cultura. – EEB Santos Anjos – página 13
Seção 1: O letramento – EEB Dom Orlando Dotti – página 16
Seção 2: Letramento e diversidade cultural- EEB Albina Mosconi – página 32
Seção 3: Conhecimento prévio e a atividade de leitura e escrita na escola – CEJA – página 42
Unidade 14: O processo da leitura- EEB Calmon – página 69
Seção 1: Onde está o significado do texto? - EEB Wanda Krieger Gomes – página 71
Seção 2: Os objetivos de leitura: expectativas e escolhas de texto – EEB Machado de Assis – página 82
Seção 3: Conhecimentos prévios interferem na produção de significado do texto?- EEF Graciosa Copetti Pereira – página 90
Unidade 15: Mergulho no texto – EEB Frei Caneca – página 114
Seção 1: Por que e para que perguntar- EEF 30 de Outubro – página 115
Seção 2: Como chegar à estrutura do texto?- EEB Paulo Schieffler – página 125
Seção 3: Quando queremos aprender- EEB Dom Daniel Hostin – página 134
Unidade 16: A produção textual - Crenças, teorias e fazeres – EEBs Domingos da Costa Franco e Irmão Leo – página 159
Seção 1: Escrita, crenças e teorias.- EEB Nayá Gonzaga Sampaio – página 161
Seção 2: O ensino da escrita como prática comunicativa – EEB Santo Damo – página 174
Seção 3: A escrita e seu desenvolvimento comunicativo – EEF Thomaz Padilha – página 184
ESTILO, COERÊNCIA E COESÃO
5º. Estudando a TP5 – Apresentação das questões relacionadas à TP5 – individualmente. (MOMENTO DE ESTUDO).
6º Tarefa de casa: (6/07)
Postar na RCPE:
Ø As correspondências (Apresentação Unidade 16 - Leitura do texto “Profetas do sertão miram horizonte para farejar chuva” página 185-186 (Elaboração das atividades-correspondências- 186 a 190));
Ø Apresentação POWER POINT, por escola (TP4).
Ø Apresentação POWER POINT da TP4.
Ø Respostas das questões da TP5
sábado, 20 de junho de 2009
Categorias - Rede Catarinense de Pesquisadores em Educação
CATEGORIAS - Estas são as categorias que até o momento os professores /cursistas estão acessando e postando suas atividades na RCPE - e é por esta rede que mantemos contatos seguidamente, trocamos experiências e sanamos dúvidas existentes - outras categorias serão colocadas conforme sejam feitas as oficinas.
Apresentação(por escola) - TP4
Correspondências
Cronograma - GESTAR II
Curiosidades em Língua Portuguesa
Educação Fiscal
Fascículos GESTAR
Festas Populares
Fotos
Hino do Gestar
Letramento
Memorial
Mergulho no texto (Questões do texto)
Pautas dos Encontros Presenciais
Plano de aula AAA3
Práticas em gêneros textuais
Processo Inferencial (texto literário e não-literário)
Produção textual - Casa
Projeto GESTAR (modelo)
Propaganda GESTAR II
Relatórios
Ritmos Musicais
Sequência Didática
Sequências Tipológicas
Sorteio Vip - Homem Encontrado Morto
Texto curioso (Palavras desconhecidas)
Texto enigmático (Circuito Fechado)
Trabalhos de Alunos
Uso da RCPE
Apresentação(por escola) - TP4
Correspondências
Cronograma - GESTAR II
Curiosidades em Língua Portuguesa
Educação Fiscal
Fascículos GESTAR
Festas Populares
Fotos
Hino do Gestar
Letramento
Memorial
Mergulho no texto (Questões do texto)
Pautas dos Encontros Presenciais
Plano de aula AAA3
Práticas em gêneros textuais
Processo Inferencial (texto literário e não-literário)
Produção textual - Casa
Projeto GESTAR (modelo)
Propaganda GESTAR II
Relatórios
Ritmos Musicais
Sequência Didática
Sequências Tipológicas
Sorteio Vip - Homem Encontrado Morto
Texto curioso (Palavras desconhecidas)
Texto enigmático (Circuito Fechado)
Trabalhos de Alunos
Uso da RCPE
Participações do Fórum 1 - Por que trabalhar gêneros textuais na escola?
Por que trabalhar gêneros textuais na escola?
Postado por: RITA SCHUMANN
Todos os falantes se expressam inconscientemente através dos gêneros textuais, mesmo antes de conhecê-los. É importante que a escola aproveite este conhecimento, para tornar consciente o uso destes gêneros textuais. Como gêneros textuais são maneiras diferentes de organizar as informações lingüísticas, é importante reconhecer as diferenças, pois cada texto ao escrevermos ou lermos sabemos que tem uma finalidade específica, ou seja, a competência sociocomunicativa.
Repondido por: DANIELE TRISTAO DE SOUZA em 10/05/2009 as 17:31:44.2950
É isso aí, Professora Daniela! Gostei muito de sua participação. Do mesmo modo que desenvolvemos a competência lingüística – código lingüístico, desenvolvemos a competência sociocomunicativa quando apreendemos os comportamentos lingüísticos. A identificação dos gêneros está incluída nesta competência. Temos insistido em nossos cursos que cada gênero textual tem características próprias e assim pode ser identificado. Um artigo de opinião, por exemplo, tem uma forma muito diferente de um poema ou de um texto de memórias. Isso acontece porque a situação de produção de cada um desses gêneros de texto é marcada por elementos próprios: quem escreve (autor do texto), para quem escreve (os leitores do texto), quais as finalidades que tem o texto (divertir o leitor ou convencê-lo de alguma ideia, por exemplo), para quem o autor escreve (uma empresa jornalística, uma editora, pessoas próximas, etc.) e, finalmente, onde será publicado. Espero aparticipaçãode outrosprofessores/cursistas
Repondido por: RITA SCHUMANN em 13/05/2009 as 16:04:34.6010
Desde a mais tenra idade o ser humano entra em contato com os gêneros textuais sem nem imaginar sua existência. Toda comunicação é feita por ele, não extamente por palavras ou frases, mas com textos que podem ser longos ou mesmo formados por uma única frase que contenha os elementos linguísticos necessários a comunicação. Sendo assim, eles acompanham a criança quando ela chega na escola, a qual deve valorizar esse conhecimento prévio, aprimorando- o e melhorando-o. Trabalhando os gêneros textuais na escola a criança se conscientizará de que a língua apresenta variações as quais possibilitam a comunicação de maneira adequada e eficiente. Certamente quando partimos de situações concretas definidas por propriedades sociocomunicativas, a aprendizagem é uma consequência.
Repondido por: PATRICIA TASCA DI DOMENICO em 14/05/2009 as 21:48:46.6020
Excelente meninas!Esta participação, troca de ideias e reflexão individual enriquecerá certamente o grupo num todo.
Repondido por: RITA SCHUMANN em 15/05/2009 as 16:54:29.4650
Uma das necessidades básicas do ser humano é comunicar-se, expressar-se e isso pode ser feito de várias formas, entre elas, a escrita. Temos contato com a escrita nos primeiros anos de nossa vida, antes mesmo de ingressarmos na escola, mas a usamos de uma maneira mais livre, solta. Porém com o passar do tempo, percebemos que podemos e devemos avançar nessa comunicação. A escola nos apresenta as formas diferentes de escrita (gêneros textuais), os quais nos auxiliam na comunicação e nos mostram as variações lingüísticas. Trabalhar os gêneros é proporcionar ao aluno diferentes maneiras de expressar-se, valorizando a diversidade e riqueza da nossa língua.
Repondido por: SILVANA APARECIDA GOMES em 16/05/2009 as 21:03:15.2740
É sabido que mesmo antes da escrita, o homem usou inúmeras formas de se comunicar, como exemplos, desenhos em cavernas e através da fumaça. Na atualidade, há diversas tipologias textuais que facilitam a comunicação entre os homens, portanto, para chegar a esse processo de interpretação - leitura e compreensão - a humanidade percorre os bancos escolares. No entanto, nós professores precisamos fazer um levantamento de quais tipos seriam necessários para os alunos. Não descartando em hipótese alguma, aqueles que não se enquadram no grupo, afinal, devemos sim, dar-lhes todas as informações sobre os outros textos que não são vistos com frequência por eles. (PCN: 1998, p.37) Não basta saber escrever. É preciso uma motivação para isso, tentar formar alunos que dominem a norma padrão da língua e gramática, além de levá-los a ler/produzir com relativa facilidade diferentes gêneros textuais reais, mais que isso, formar cidadãos que participam participando.
Repondido por: ANGELA COLUSSI em 17/05/2009 as 15:29:20.2850
Ao trabalhar gêneros textuais na sala de aula, o professor estará levando a oportunidade de envolver o aluno na utilização da linguagem. Quanto mais o aluno tiver contato com uma variedade de gêneros, mais ele desenvolverá a capacidade de construir o seu discurso, desenvolvendo-se como um cidadão letrado. O professor que trabalha gêneros textuais na sala de aula formará indivíduos capazes de, através do instrumento de comunicação de que dispõe, a língua, expressarem-se com autonomia e segurança na sociedade na qual estão inseridos.
Repondido por: ROSELENE MARIA RAUEN em 17/05/2009 as 16:47:05.55
O comunicar-se está nas entrelinhas do nosso dia-a-dia, como nos rótulos dos produtos comercializados, no itinerário dos ônibus, no ticket de alimentação, nos cartões magnéticos, na bula de remédio, na receita culinária, nas contas de água e luz... Vale ressaltar que nosso aluno interage com o meio social o qual está inserido, pois ele é um sujeito agente. Mais importante ainda, é que o mesmo perceba que conforme o gênero textual, haverá uma variação no uso da língua de acordo com o receptor da mensagem.
Repondido por: EVERLAINE WEBER URIO em 17/05/2009 as 17:33:30.6730
A meu ver trabalhar os gêneros textuais na escola passa necessariamente a ser um processo de estudo da leitura, a disposição dos níveis de capacidade se faz mais nítida, pois o aluno precisa organizar lentamente o conhecimento dos gêneros: levantando hipóteses, conferindo seus conhecimentos e experiências de linguagem prévias, reconhecimento de idéias relativas ao modo de organizar enunciados. O estudo dos gêneros permite determinar o que deve ser buscado num texto, pois assim ele ( o gênero textual ) passa a ser um instrumento de comunicação e ao mesmo tempo um objeto de aprendizagem.
Repondido por: NADIR ZIMMER TELEGEN em 18/05/2009 as 10:22:12.87
A meu ver trabalhar os gêneros textuais na escola passa necessariamente a ser um processo de estudo da leitura, a disposição dos níveis de capacidade se faz mais nítida, pois o aluno precisa organizar lentamente o conhecimento dos gêneros: levantando hipóteses, conferindo seus conhecimentos e experiências de linguagem prévias, reconhecimento de idéias relativas aos modos de organizar enunciados. O estudo dos gêneros permite determinar o que deve ser buscado num texto, pois assim ele ( o gênero textual ) passa a ser um instrumento de comunicação e ao mesmo tempo um objeto de aprendizagem.
Repondido por: NADIR ZIMMER TELEGEN em 18/05/2009 as 10:22:51.6580
Jóia, meninas... Essa interação com os colegas fará com que vocês aproveitem ainda mais este espaço. Reescrevo algumas citações das professoras/cursistas em relação aos gêneros textuais que não podemos deixar passar em branco: Silvana: ...várias formas de comunicação e expressão... Ângela Colussi: ...”participar, participando” – ou seja, só aprendemos escrever, escrevendo e ler, lendo. Everlaine: ...interação do aluno com o meio que social – o aluno não é só no mundo, ele veio de algum lugar e com conhecimentos que não podemos ignorar; Nadir: ... gêneros textuais - instrumento de comunicação e ao mesmo tempo um objeto de aprendizagem – nossas produções além de comunicar, ensinam – “a gramática também”. Não podemos nos esquecer de que os gêneros textuais são produzidos por pessoas que, usando a linguagem de formas diferentes, revelam um olhar próprio, inovador, uma visão diferente das coisas, que surpreende, inspira e desperta, muitas vezes, curiosidades nos leitores. A percepção de que “são muitos os gêneros textuais” em nossa sociedade, possibilita ao aluno um maior acesso ao universo letrado. Por isso, podemos dizer que as atividades propostas neste curso e nas oficinas do Programa GESTAR II podem ser consideradas práticas de letramento, que tornam o indivíduo mais consciente de si e da sociedade em que vive. Continuem interagindo !
Repondido por: RITA SCHUMANN em 18/05/2009 as 16:15:55.8970
Os gêneros textuais estão em todos os lugares em diversos níveis de comunicação. A partir do momento que colocamos para os alunos que tudo o que está escrito e o que falamos são gêneros textuais, fica fácil o entendimento dos mesmos. Com isso, percebemos o quanto torna-se mais fácil trabalhar e distinguir a tipologia de cada um.
Repondido por: MARISTELA DE BORTOLI em 19/05/2009 as 09:39:06.6950
Ao explorar a diversidade textual, o professor aproxima o aluno das situações originais de produção dos textos não escolares. Essa aproximação proporciona condições para que o aprendiz compreenda o funcionamento dos gêneros textuais, apropriando-se, a partir disso, de suas peculiaridades, o que facilita o domínio que deverá ter sobre eles. Além disso, o trabalho com gêneros textuais contribui para o aprendizado de prática de leitura, de produção textual e de compreensão, tendo em vista a infinita diversidade de gêneros textuais existentes.
Repondido por: ZITA APARECIDA DUARTE TIVES TRAMONTINA em 19/05/2009 as 15:03:43.5910
Trabalhar os gêneros textuais em sala de aula é uma excelente oportunidade de se lidar com a língua nos seus mais diversos usos do cotidiano.A melhor alternativa para trabalhar o ensino de gêneros textuais é envolver os alunos em situações concretas de uso da língua, de modo que consigam, de forma criativa e consciente, escolher meios adequados aos fins que se deseja alcançar.
Repondido por: ANA MARIA DOS SANTOS TEIXEIRA em 20/05/2009 as 09:21:40.3890
Professoras Maristela de Bortoli e Zita parabéns pela participação no fórum. Nossas iniciativas nos diferenciam e nos engrandecem... Desta forma faremos a diferença ao ensinar e consequentemente, aprender.
Repondido por: RITA SCHUMANN em 20/05/2009 as 15:39:11.9310
Gêneros textuais são formas verbais de ação social, sendo assim é impossível comunicar-se verbalmente sem utilizar-se de um gênero textual. O nosso bom dia dado ao pai em casa ou o cumprimento entre chefes de estado têm regras próprias, fazem parte de um conjunto de procedimentos que adquirimos desde a nossa infância e que significam em nossa vida. Outra questão importante, que merece atenção, é que uma das habilidades relacionadas à leitura refere-se ao conhecimento do gênero textual ou gênero discursivo. É importante desenvolvermos a consciência de como a linguagem se articula em ação humana sobre o mundo, constituindo-se assim em gênero textual. A formação de um leitor crítico envolve o conhecimento das relações sociais, formas de conhecimento veiculadas por meio de textos em diferentes situações de interação. Podemos falar em gêneros variados que vão do cartão-postal e do telegrama ao texto científico e conto, fábula, anedota, poema, cartaz, crônica, email, receita, manual, ofício, charge etc. São textos que circulam no mundo, que têm uma função específica, para um público específico e com características próprias.
Repondido por: LUCIANE DA COSTA CAMPOLIN em 20/05/2009 as 18:57:48.1490
Acredito que a necessidade de se trabalhar os gêneros textuais am sala de aula fala por si só, pois cada situação exige um formato de texto diferente. Por mais que no princípio do trabalho com gêneros textuais os nossos alunos não compreendam exatamente a necessidade de trabalhá-los, com certeza futuramente eles irão aproveitar esse conhecimento na prática. Estamos cercados por todos os lados dos mais diversificados gêneros textuais. mesmo que não tenhamos conhecimento teórico para diferenciá-los, a própria vivência com essa variedade os torna únicos e diferentes, cada um com sua função e estrutura.
Repondido por: ELIANE TEREZINHA MOREIRA DOS SANTOS SILVA em 20/05/2009 as 19:41:33.0790
Atualmente, algumas escolas estão perdendo a credibilidade no seu papel de ensinar. Dentre alguns fatores, podemos destacar o avanço tecnológico, que traz comodidade ao cotidiano, mas que por outro lado nossos alunos deixam de desenvolver o senso crítico. A proposta de trabalho com os gêneros textuais possibilita o contato direto com a linguagem e suas mais variadas formas de interação, além de permitir ao aluno a compreensão do sistema lingüístico de sua língua.
Repondido por: KELLER CASTILHO PASSOS ANGELI em 20/05/2009 as 20:22:41.0960
Os generos textuais é um ponto de partida para o ensino.O letramento já existe.Há a necessidade de de leitores não apenas do texto verbal,ou seja de textos que têm vários sistemas de linguagem (verbal+visual); (verbal+audiovisual);(verbal+gestual;etc).Precisamos ampliar os estudos do processamento textual.
Repondido por: SANDRA MARA SANTOS CARNEIRO em 20/05/2009 as 21:51:04.2150
Todo ser humano tem necessidade de se comunicar.Sabemos que só há comunicação quando há entendimento entre os interlocutores. Sendo assim, precisamos conhecer os gêneros textuais para que possamos usar o gênero mais adequado em cada situação, tornando a comunicação mais clara e mais objetiva.
Repondido por: ADRIANA APARECIDA DENIZ SANCHES em 21/05/2009 as 10:19:15.3050
Há muito tempo vem se discutindo que a leitura transforma o homem em sua maneira de pensar, quando este faz leituras assíduas, que lhe permite o conhecimento através da leitura de obras fazendo dela hábito diário, também viabilizando a importância da mesma em sua vida, com isso, despertando a necessidade de buscar conhecimentos através da leitura. É importante, que diferentes tipos textuais permitam ao leitor o conhecimento através de suas leituras, pois é uma forma de emergir do senso comum forçando o entendimento e as próprias deduções desenvolvendo assim seu raciocínio intelecto. Por isso, torna-se necessário fazer da leitura um hábito diário, levar o leitor a ser um pesquisador contínuo, questionador que encontre soluções para suas dificuldades, sejam nas pesquisas, relacionamentos, conhecimento ou situações de seu dia-a-dia, buscando sempre novos significados através de novas leituras e trabalhos com textos diversificados. Além disso deverá viabilizar a importância da leitura em sua vida, despertando a necessidade de buscar conhecimento através da mesma, pois, quanto mais se ler melhor se transforma o senso crítico tanto para expressão oral como escrita, dessa forma o conhecimento vem de encontro com a imaginação tornando muito agradável a descoberta da leitura. Portanto, a leitura deve ser assídua na vida do leitor; também, deverá dar-lhe prazer, sendo ela um meio de informação, conhecimento, entretenimento e mais abrangente que permite usar-se da imaginação e do conhecimento já existente interagindo sempre com o novo, muitas vezes o antigo, contido em uma obra.
Repondido por: ROSILANE TRINDADE em 21/05/2009 as 13:44:44.81
A escola trabalha com jovens que estão sempre "plugados"no mundo(tv,internet,som,quadrinhos,pinturas,etc)o que torna nosso trabalho mais desafiador no que diz respeito a manter o interesse desse "novo"aluno em um ambiente tão passivo.Reconhecer características típicas de um gênero é um primeiro passo para que o texto possa ser um intrumento de contrução de sentido para esse aluno.E também no desenvolvimento da criatividade/motivação,tão escassa em nossos alunos
Repondido por: MONICA STOLZ em 21/05/2009 as 16:24:06.3170
Para que o aluno possa identificar todas essas modalidades de escritas ,e que o mesmo se situe dentro das mais diversificadas situações em leituras por ele deparadas .
Repondido por: ULGO GONÇALVES DO AMARAL em 21/05/2009 as 20:34:22.6710
Por que trabalhar gêneros textuais? Porque é através dos diferentes modos de leitura que torna o ato de LER um “diálogo” incrível que alimenta, constrói, cria e recria... É na e pela palavra lida, criada ou recriada a partir de leituras que o leitor pode também se constituir, crescer, fruir e se perceber dono e senhor de outras palavras, de outros textos, de seu texto - mesmo que silencioso. Do movimento entre um eu e um texto uma rede de relações entre o universo do leitor e o universo do texto que, por sua vez, pode mobilizar outros textos, outros tempos, outras artes, outras leituras e necessariamente, outros sentidos. Sabemos que, para que o diálogo leitor/textos seja pleno, é preciso que haja especialmente com o jovem em formação, uma intensa motivação, que deve necessariamente partir do envolvimento de todos os sentidos. O jovem leitor deve perceber que o ato de ler e escrever é o envolvimento de um olhar especial de que todo o corpo é participante. É a leitura que envolve o movimento, os sentidos, para envolver também o intelecto, o espírito. O domínio das linguagens que permeiam as relações de mundo de hoje apresenta-se não apenas como mais um exercício das capacidades do intelecto, mas como um dos mais frutíferos exercícios para o desenvolvimento de um olhar mais agudo sobre o mundo, sobre si mesmo. Bakhtin, em Marxismo e Filosofia da linguagem, fortalece a idéia de que não há como pensar em linguagem sem pensar no fato que subjaz a qualquer forma de expressão um ato de interação, de interlocução: do sujeito com outro sujeito, do sujeito consigo mesmo, do sujeito com os possíveis produtos das intenções de comunicação constituídos na e pela linguagem. Assim, pode-se afirmar também que igualmente subjaz a toda e qualquer interlocução, sempre, a produção de um diálogo! Então, colegas! Vamos extravasar em sala de aula toda a riqueza de gêneros textuais que se apresentam ao nosso educando seja pela TV, WEB, jogos eletrônicos, e cativá-los para a leitura direcionada nas aulas ministradas por nós.
Repondido por: CLEUDENEI GUEDES DOS SANTOS VARELA em 22/05/2009 as 14:33:13.2450
Relaciono mais algumas das exposições dos professores/cursistas que fizeram do nosso primeiro fórum um ambiente de muita aprendizagem: Ana Maria Teixeira:... excelente oportunidade de se lidar com a língua nos seus mais diversos usos do cotidiano. Luciane Campolin: Textos que circulam no mundo, que têm uma função específica, para um público específico e com características próprias. Keller: Possibilita o contato direto com a linguagem e suas mais variadas formas de interação... Eliane Silva: ...cada situação exige um formato de texto diferente... Adriana Sanches:..só há comunicação quando há entendimento entre os interlocutores... Sandra: Precisamos ampliar os estudos do processamento textual. Rosilane Trindade: ...buscar sempre novos significados através de novas leituras e trabalhar com textos diversificados. Mônica Stolz: Reconhecer características típicas de um gênero é um primeiro passo para que o texto possa ser instrumento de construção de sentido ao aluno. Ulgo: ...para que o aluno possa identificar todas essas modalidades de escrita... Iniciado o trabalho, o professor precisa se assegurar de seu próprio conhecimento sobre o gênero que ensinará. Quanto maior for seu domínio sobre os elementos do gênero, mais fácil será diagnosticar o que seus alunos sabem e o que precisam aprender sobre ele. O diagnóstico, primeiro passo de uma sequência didática bem planejada, permite que o professor avalie as condições de cada um de seus alunos, seja no domínio do gênero textual com o qual estão trabalhando, seja nas competências gerais de leitura e escrita dos alunos. Bom Trabalho a todos!
Repondido por: RITA SCHUMANN em 22/05/2009 as 15:08:19.7750
Professora Cleudenei, sua participação não foi só escrita, seu corpo e alma estiveram presentes. Espero que sua docência seja como esta participação. Parabéns!
Repondido por: RITA SCHUMANN em 22/05/2009 as 15:20:52.3950
Repondido por: CLARICE HAUFFE em 24/05/2009 as 01:08:25.1350
Repondido por: CLARICE HAUFFE em 24/05/2009 as 01:14:32.6280
A leitura enquanto prática cultural na formação do cidadão ocorre a partir das situações que a realidade apresenta, numa perspectiva interacionista. No momento da prática social processam-se leituras as quais habilitarão o cidadão a ampliar as possibilidades de leitura dos textos e da própria realidade social. Logo, a prática de leitura pressupõe a atividade do leitor em interagir com o texto, partindo das relações que com ele estabelece, segundo suas experiências. Nesse sentido, é que julgamos pertinente que essa ação ultrapasse as paredes da escola/casa, para que a leitura não estacione no pressuposto de mera interpretação em que tudo é previsível. A leitura necessita ser entendida no seu contexto textual, ou seja, professores precisam entender como se constroem os sujeitos enquanto leitores, em suas várias dimensões, para que se tenha a ideia da construção histórica-cultural do ato de ler. Neste sentido, o trabalho com gêneros textuais, como objeto de ensino, se torna fundamental. É claro que o primeiro passo para o êxito com o trabalho em sala de aula com um gênero de texto é a competência do professor em lidar socialmente com tal espécie de texto. O trabalho com gêneros textuais obriga-nos a compreender tanto as características estruturais de determinado texto (como ele é feito) como as condições sociais que levam ao funcionamento e ao bom êxito das mesmas (como ele funciona na sociedade). Ler linguagens diferentes da realidade e, especialmente ler textos implicam o resgate da cidadania, porque o leitor percebe o poder que possui, ao criar sentidos para os textos que se apresentam a cada passo do cotidiano.
Repondido por: MARLISE APARECIDA RECALCATE em 24/05/2009 as 18:37:10.2060
Repondido por: CLARICE HAUFFE em 24/05/2009 as 20:50:20.9080
Se faz importante o uso de diferentes textos nâo só para melhorarmos a leitura de nossos alunos,mas para que eles compreendam melhor o mundo a sua volta.
Repondido por: SÍLVIA BARZOTTO DE OLIVEIRA em 25/05/2009 as 13:41:44.0640
para introduzir o aluno no mundo da leitura e que ele opte pelo qual lhe convier,é preciso conhecer para que as aulas não fiquem na mesmice e se existem tem que se trabalhar
Repondido por: LUCIMAR BARZOTTO em 25/05/2009 as 22:35:48.4160
Creio que os assuntos gêneros literários e tipologia textual já foi suficientemente explicitados pelos colegas que manifestaram sua opinião neste fórum. Quero, entretanto, tratar de mais duas questões relativas a esse tema. Primeira: fiquei fascinada com a mescla de tipos textuais que aparecem em determinados gêneros, evidentemente que, de acordo com o objetivo do locutor, sempre um deles prevalece. Sabemos que é fácil fazer o recorte num texto e estudar isoladamente um tipo textual, como, por exemplo, descrição. No entanto, para identificar tipologias textuais com exatidão num texto mesclado com vários tipos textuais não é tarefa fácil, especialmente quando alguns tipos são bastante parecidos, como é o caso do argumentativo e do expositivo. Isso exige de nós professores mais estudo teórico, mais análises textuais para reconhecer e trabalhar didaticamente esse assunto junto aos nossos alunos. Segunda: trabalhar gêneros e tipologias textuais é mais desafio que enfrentamos na tentativa de tornar mais eficiente o ensino da língua portuguesa. No entanto, temos nos defrontado em nossas escolas com o problema de cotas para reprodução de materiais, já que é complicado analisar uma notícia quando cada aluno tem um texto diferente. Então uma solução, a curto prazo, é redimensionar o uso do livro didático (tão criticado equivocadamente por “especialistas” em educação e até por colegas professores). Claro que tudo isso não nos desobriga da nossa tarefa básica que é ensinar a estrutura e os mecanismos de funcionamento da linguagem oral e escrita, senão que suporte os alunos terão para identificar tipologia textuais dentro dos gêneros, se não sabem diferenciar substantivos, adjetivos e verbos?
Repondido por: CLARICE HAUFFE em 25/05/2009 as 23:08:19.8650
A formação de um leitor crítico envolve o conhecimento das relações sociais, formas de conhecimento veiculadas por meio de textos em diferentes situações, sabemos que os textos estão em constante evolução, logo, o estudo dos gêneros textuais é de suma importancia para termos um leitor atualizado.
Repondido por: RITA CÁCIA DA SILVA em 25/05/2009 as 23:15:49.6550
GÊNEROS TEXTUAIS Quanto mais forem trabalhados os gêneros textuais na escola, mais os alunos poderão desenvolver e construir sua própria linguagem, podendo assim expressar-se adequadamente sabendo diferenciar qual gênero textual deve ser usado em situações diferenciadas; ou seja a linguagem deve ser adequada ao contexto.
Repondido por: JUCELIA GAN em 27/05/2009 as 18:44:51.8190
quando trabalhamos este assunto os alunos podem fazer interferências e tirar conclusões de seus próprios pensamentos, além de trabalharmos a gramática através de textos.
Repondido por: LUCIMARA RIBEIRO em 28/05/2009 as 15:10:56.7460
É muito importante para o aluno o conhecimento de vários gêneros textuais, para que o mesmo saiba identificar tudo o que lê e enriqueça sua forma de comunicação.
Repondido por: ALESSANDRA BASSO CAVALHEIRO em 28/05/2009 as 15:29:38.2730
Para que sua leitura seja entendida no seu contexto textual, Precisa – se entender como se constroem os sujeitos enquanto leitores, em suas várias dimensões, Para que se tenha a idéia da construção histórico-cultural do ato de ler e, neste sentido, o trabalho com gêneros textuais, como objeto de ensino, se torna fundamental. Formas diferenciadas pelos leitores, ou seja, a partir da condição de leitores populares ou não. Profª: Vera Ione Antunes
Repondido por: VERA IONE TRIZOTTO ANTUNES em 29/05/2009 as 21:17:22.3120
Repondido por: SANDRA MARA SANTOS CARNEIRO em 06/06/2009 as 20:24:50.2950
A única coisa que se aproveita da Língua Portuguesa na escola é aquilo que se produz, ou seja, leitura, análise e produção de texto. Desta forma, é essencial que se conheça as características que diferem cada gênero ou tipologia textual. É importante que nosso aluno possa identificar estas diferenças para fins didáticos e práticos. Se ele não identificar este ou aquele pormenor da gramática, não será um fato prejudicial em sua vida, mas se ele não souber identificar e produzir diferentes tipos e gêneros textuais, certamente sua qualidade de vida estará comprometida, pois estará comprometida também sua capacidade de expressão. Estes fatores de leitura, análise e produção de texto é que serão realmente importantes na sua vida cotidiana.
Repondido por: MÁRCIO ROBERTO GOES em 10/06/2009 as 18:37:41.2360
A única coisa que se aproveita da Língua Portuguesa na escola é aquilo que se produz, ou seja, leitura, análise e produção de texto. Desta forma, é essencial que se conheça as características que diferem cada gênero ou tipologia textual. É importante que nosso aluno possa identificar estas diferenças para fins didáticos e práticos. Se ele não identificar este ou aquele pormenor da gramática, não será um fato prejudicial em sua vida, mas se ele não souber identificar e produzir diferentes tipos e gêneros textuais, certamente sua qualidade de vida estará comprometida, pois estará comprometida também sua capacidade de expressão. Estes fatores de leitura, análise e produção de texto é que serão realmente importantes na sua vida cotidiana.
Repondido por: MÁRCIO ROBERTO GOES em 10/06/2009 as 18:38:04.4120
Acredito que o trabalho com a leitura, compreensão e a produção escrita em Língua Materna deve ter como meta primordial o desenvolvimento no aluno de habilidades que façam com que ele tenha capacidade de usar um número sempre maior de recursos da língua para produzir efeitos de sentido(gêneros textuais) de forma adequada a cada situação específica de interação humana. Edilnea
Repondido por: EDILNEA APARECIDA MONTOSKI em 19/06/2009 as 09:45:42.8630
Trabalhar generos textuais é uma das maneiras que possibilita o aluno expressar,construir, desenvolver e também transmitir seus pensamentos e objetivos para a formação de um cidadão cheio expectativas boas e capaz de contribuir para um melhor entendimento da nossa tão falada língua.
Repondido por: SIMONE APARECIDA STELZNER em 19/06/2009 as 14:19:55.1770
Postado por: RITA SCHUMANN
Todos os falantes se expressam inconscientemente através dos gêneros textuais, mesmo antes de conhecê-los. É importante que a escola aproveite este conhecimento, para tornar consciente o uso destes gêneros textuais. Como gêneros textuais são maneiras diferentes de organizar as informações lingüísticas, é importante reconhecer as diferenças, pois cada texto ao escrevermos ou lermos sabemos que tem uma finalidade específica, ou seja, a competência sociocomunicativa.
Repondido por: DANIELE TRISTAO DE SOUZA em 10/05/2009 as 17:31:44.2950
É isso aí, Professora Daniela! Gostei muito de sua participação. Do mesmo modo que desenvolvemos a competência lingüística – código lingüístico, desenvolvemos a competência sociocomunicativa quando apreendemos os comportamentos lingüísticos. A identificação dos gêneros está incluída nesta competência. Temos insistido em nossos cursos que cada gênero textual tem características próprias e assim pode ser identificado. Um artigo de opinião, por exemplo, tem uma forma muito diferente de um poema ou de um texto de memórias. Isso acontece porque a situação de produção de cada um desses gêneros de texto é marcada por elementos próprios: quem escreve (autor do texto), para quem escreve (os leitores do texto), quais as finalidades que tem o texto (divertir o leitor ou convencê-lo de alguma ideia, por exemplo), para quem o autor escreve (uma empresa jornalística, uma editora, pessoas próximas, etc.) e, finalmente, onde será publicado. Espero aparticipaçãode outrosprofessores/cursistas
Repondido por: RITA SCHUMANN em 13/05/2009 as 16:04:34.6010
Desde a mais tenra idade o ser humano entra em contato com os gêneros textuais sem nem imaginar sua existência. Toda comunicação é feita por ele, não extamente por palavras ou frases, mas com textos que podem ser longos ou mesmo formados por uma única frase que contenha os elementos linguísticos necessários a comunicação. Sendo assim, eles acompanham a criança quando ela chega na escola, a qual deve valorizar esse conhecimento prévio, aprimorando- o e melhorando-o. Trabalhando os gêneros textuais na escola a criança se conscientizará de que a língua apresenta variações as quais possibilitam a comunicação de maneira adequada e eficiente. Certamente quando partimos de situações concretas definidas por propriedades sociocomunicativas, a aprendizagem é uma consequência.
Repondido por: PATRICIA TASCA DI DOMENICO em 14/05/2009 as 21:48:46.6020
Excelente meninas!Esta participação, troca de ideias e reflexão individual enriquecerá certamente o grupo num todo.
Repondido por: RITA SCHUMANN em 15/05/2009 as 16:54:29.4650
Uma das necessidades básicas do ser humano é comunicar-se, expressar-se e isso pode ser feito de várias formas, entre elas, a escrita. Temos contato com a escrita nos primeiros anos de nossa vida, antes mesmo de ingressarmos na escola, mas a usamos de uma maneira mais livre, solta. Porém com o passar do tempo, percebemos que podemos e devemos avançar nessa comunicação. A escola nos apresenta as formas diferentes de escrita (gêneros textuais), os quais nos auxiliam na comunicação e nos mostram as variações lingüísticas. Trabalhar os gêneros é proporcionar ao aluno diferentes maneiras de expressar-se, valorizando a diversidade e riqueza da nossa língua.
Repondido por: SILVANA APARECIDA GOMES em 16/05/2009 as 21:03:15.2740
É sabido que mesmo antes da escrita, o homem usou inúmeras formas de se comunicar, como exemplos, desenhos em cavernas e através da fumaça. Na atualidade, há diversas tipologias textuais que facilitam a comunicação entre os homens, portanto, para chegar a esse processo de interpretação - leitura e compreensão - a humanidade percorre os bancos escolares. No entanto, nós professores precisamos fazer um levantamento de quais tipos seriam necessários para os alunos. Não descartando em hipótese alguma, aqueles que não se enquadram no grupo, afinal, devemos sim, dar-lhes todas as informações sobre os outros textos que não são vistos com frequência por eles. (PCN: 1998, p.37) Não basta saber escrever. É preciso uma motivação para isso, tentar formar alunos que dominem a norma padrão da língua e gramática, além de levá-los a ler/produzir com relativa facilidade diferentes gêneros textuais reais, mais que isso, formar cidadãos que participam participando.
Repondido por: ANGELA COLUSSI em 17/05/2009 as 15:29:20.2850
Ao trabalhar gêneros textuais na sala de aula, o professor estará levando a oportunidade de envolver o aluno na utilização da linguagem. Quanto mais o aluno tiver contato com uma variedade de gêneros, mais ele desenvolverá a capacidade de construir o seu discurso, desenvolvendo-se como um cidadão letrado. O professor que trabalha gêneros textuais na sala de aula formará indivíduos capazes de, através do instrumento de comunicação de que dispõe, a língua, expressarem-se com autonomia e segurança na sociedade na qual estão inseridos.
Repondido por: ROSELENE MARIA RAUEN em 17/05/2009 as 16:47:05.55
O comunicar-se está nas entrelinhas do nosso dia-a-dia, como nos rótulos dos produtos comercializados, no itinerário dos ônibus, no ticket de alimentação, nos cartões magnéticos, na bula de remédio, na receita culinária, nas contas de água e luz... Vale ressaltar que nosso aluno interage com o meio social o qual está inserido, pois ele é um sujeito agente. Mais importante ainda, é que o mesmo perceba que conforme o gênero textual, haverá uma variação no uso da língua de acordo com o receptor da mensagem.
Repondido por: EVERLAINE WEBER URIO em 17/05/2009 as 17:33:30.6730
A meu ver trabalhar os gêneros textuais na escola passa necessariamente a ser um processo de estudo da leitura, a disposição dos níveis de capacidade se faz mais nítida, pois o aluno precisa organizar lentamente o conhecimento dos gêneros: levantando hipóteses, conferindo seus conhecimentos e experiências de linguagem prévias, reconhecimento de idéias relativas ao modo de organizar enunciados. O estudo dos gêneros permite determinar o que deve ser buscado num texto, pois assim ele ( o gênero textual ) passa a ser um instrumento de comunicação e ao mesmo tempo um objeto de aprendizagem.
Repondido por: NADIR ZIMMER TELEGEN em 18/05/2009 as 10:22:12.87
A meu ver trabalhar os gêneros textuais na escola passa necessariamente a ser um processo de estudo da leitura, a disposição dos níveis de capacidade se faz mais nítida, pois o aluno precisa organizar lentamente o conhecimento dos gêneros: levantando hipóteses, conferindo seus conhecimentos e experiências de linguagem prévias, reconhecimento de idéias relativas aos modos de organizar enunciados. O estudo dos gêneros permite determinar o que deve ser buscado num texto, pois assim ele ( o gênero textual ) passa a ser um instrumento de comunicação e ao mesmo tempo um objeto de aprendizagem.
Repondido por: NADIR ZIMMER TELEGEN em 18/05/2009 as 10:22:51.6580
Jóia, meninas... Essa interação com os colegas fará com que vocês aproveitem ainda mais este espaço. Reescrevo algumas citações das professoras/cursistas em relação aos gêneros textuais que não podemos deixar passar em branco: Silvana: ...várias formas de comunicação e expressão... Ângela Colussi: ...”participar, participando” – ou seja, só aprendemos escrever, escrevendo e ler, lendo. Everlaine: ...interação do aluno com o meio que social – o aluno não é só no mundo, ele veio de algum lugar e com conhecimentos que não podemos ignorar; Nadir: ... gêneros textuais - instrumento de comunicação e ao mesmo tempo um objeto de aprendizagem – nossas produções além de comunicar, ensinam – “a gramática também”. Não podemos nos esquecer de que os gêneros textuais são produzidos por pessoas que, usando a linguagem de formas diferentes, revelam um olhar próprio, inovador, uma visão diferente das coisas, que surpreende, inspira e desperta, muitas vezes, curiosidades nos leitores. A percepção de que “são muitos os gêneros textuais” em nossa sociedade, possibilita ao aluno um maior acesso ao universo letrado. Por isso, podemos dizer que as atividades propostas neste curso e nas oficinas do Programa GESTAR II podem ser consideradas práticas de letramento, que tornam o indivíduo mais consciente de si e da sociedade em que vive. Continuem interagindo !
Repondido por: RITA SCHUMANN em 18/05/2009 as 16:15:55.8970
Os gêneros textuais estão em todos os lugares em diversos níveis de comunicação. A partir do momento que colocamos para os alunos que tudo o que está escrito e o que falamos são gêneros textuais, fica fácil o entendimento dos mesmos. Com isso, percebemos o quanto torna-se mais fácil trabalhar e distinguir a tipologia de cada um.
Repondido por: MARISTELA DE BORTOLI em 19/05/2009 as 09:39:06.6950
Ao explorar a diversidade textual, o professor aproxima o aluno das situações originais de produção dos textos não escolares. Essa aproximação proporciona condições para que o aprendiz compreenda o funcionamento dos gêneros textuais, apropriando-se, a partir disso, de suas peculiaridades, o que facilita o domínio que deverá ter sobre eles. Além disso, o trabalho com gêneros textuais contribui para o aprendizado de prática de leitura, de produção textual e de compreensão, tendo em vista a infinita diversidade de gêneros textuais existentes.
Repondido por: ZITA APARECIDA DUARTE TIVES TRAMONTINA em 19/05/2009 as 15:03:43.5910
Trabalhar os gêneros textuais em sala de aula é uma excelente oportunidade de se lidar com a língua nos seus mais diversos usos do cotidiano.A melhor alternativa para trabalhar o ensino de gêneros textuais é envolver os alunos em situações concretas de uso da língua, de modo que consigam, de forma criativa e consciente, escolher meios adequados aos fins que se deseja alcançar.
Repondido por: ANA MARIA DOS SANTOS TEIXEIRA em 20/05/2009 as 09:21:40.3890
Professoras Maristela de Bortoli e Zita parabéns pela participação no fórum. Nossas iniciativas nos diferenciam e nos engrandecem... Desta forma faremos a diferença ao ensinar e consequentemente, aprender.
Repondido por: RITA SCHUMANN em 20/05/2009 as 15:39:11.9310
Gêneros textuais são formas verbais de ação social, sendo assim é impossível comunicar-se verbalmente sem utilizar-se de um gênero textual. O nosso bom dia dado ao pai em casa ou o cumprimento entre chefes de estado têm regras próprias, fazem parte de um conjunto de procedimentos que adquirimos desde a nossa infância e que significam em nossa vida. Outra questão importante, que merece atenção, é que uma das habilidades relacionadas à leitura refere-se ao conhecimento do gênero textual ou gênero discursivo. É importante desenvolvermos a consciência de como a linguagem se articula em ação humana sobre o mundo, constituindo-se assim em gênero textual. A formação de um leitor crítico envolve o conhecimento das relações sociais, formas de conhecimento veiculadas por meio de textos em diferentes situações de interação. Podemos falar em gêneros variados que vão do cartão-postal e do telegrama ao texto científico e conto, fábula, anedota, poema, cartaz, crônica, email, receita, manual, ofício, charge etc. São textos que circulam no mundo, que têm uma função específica, para um público específico e com características próprias.
Repondido por: LUCIANE DA COSTA CAMPOLIN em 20/05/2009 as 18:57:48.1490
Acredito que a necessidade de se trabalhar os gêneros textuais am sala de aula fala por si só, pois cada situação exige um formato de texto diferente. Por mais que no princípio do trabalho com gêneros textuais os nossos alunos não compreendam exatamente a necessidade de trabalhá-los, com certeza futuramente eles irão aproveitar esse conhecimento na prática. Estamos cercados por todos os lados dos mais diversificados gêneros textuais. mesmo que não tenhamos conhecimento teórico para diferenciá-los, a própria vivência com essa variedade os torna únicos e diferentes, cada um com sua função e estrutura.
Repondido por: ELIANE TEREZINHA MOREIRA DOS SANTOS SILVA em 20/05/2009 as 19:41:33.0790
Atualmente, algumas escolas estão perdendo a credibilidade no seu papel de ensinar. Dentre alguns fatores, podemos destacar o avanço tecnológico, que traz comodidade ao cotidiano, mas que por outro lado nossos alunos deixam de desenvolver o senso crítico. A proposta de trabalho com os gêneros textuais possibilita o contato direto com a linguagem e suas mais variadas formas de interação, além de permitir ao aluno a compreensão do sistema lingüístico de sua língua.
Repondido por: KELLER CASTILHO PASSOS ANGELI em 20/05/2009 as 20:22:41.0960
Os generos textuais é um ponto de partida para o ensino.O letramento já existe.Há a necessidade de de leitores não apenas do texto verbal,ou seja de textos que têm vários sistemas de linguagem (verbal+visual); (verbal+audiovisual);(verbal+gestual;etc).Precisamos ampliar os estudos do processamento textual.
Repondido por: SANDRA MARA SANTOS CARNEIRO em 20/05/2009 as 21:51:04.2150
Todo ser humano tem necessidade de se comunicar.Sabemos que só há comunicação quando há entendimento entre os interlocutores. Sendo assim, precisamos conhecer os gêneros textuais para que possamos usar o gênero mais adequado em cada situação, tornando a comunicação mais clara e mais objetiva.
Repondido por: ADRIANA APARECIDA DENIZ SANCHES em 21/05/2009 as 10:19:15.3050
Há muito tempo vem se discutindo que a leitura transforma o homem em sua maneira de pensar, quando este faz leituras assíduas, que lhe permite o conhecimento através da leitura de obras fazendo dela hábito diário, também viabilizando a importância da mesma em sua vida, com isso, despertando a necessidade de buscar conhecimentos através da leitura. É importante, que diferentes tipos textuais permitam ao leitor o conhecimento através de suas leituras, pois é uma forma de emergir do senso comum forçando o entendimento e as próprias deduções desenvolvendo assim seu raciocínio intelecto. Por isso, torna-se necessário fazer da leitura um hábito diário, levar o leitor a ser um pesquisador contínuo, questionador que encontre soluções para suas dificuldades, sejam nas pesquisas, relacionamentos, conhecimento ou situações de seu dia-a-dia, buscando sempre novos significados através de novas leituras e trabalhos com textos diversificados. Além disso deverá viabilizar a importância da leitura em sua vida, despertando a necessidade de buscar conhecimento através da mesma, pois, quanto mais se ler melhor se transforma o senso crítico tanto para expressão oral como escrita, dessa forma o conhecimento vem de encontro com a imaginação tornando muito agradável a descoberta da leitura. Portanto, a leitura deve ser assídua na vida do leitor; também, deverá dar-lhe prazer, sendo ela um meio de informação, conhecimento, entretenimento e mais abrangente que permite usar-se da imaginação e do conhecimento já existente interagindo sempre com o novo, muitas vezes o antigo, contido em uma obra.
Repondido por: ROSILANE TRINDADE em 21/05/2009 as 13:44:44.81
A escola trabalha com jovens que estão sempre "plugados"no mundo(tv,internet,som,quadrinhos,pinturas,etc)o que torna nosso trabalho mais desafiador no que diz respeito a manter o interesse desse "novo"aluno em um ambiente tão passivo.Reconhecer características típicas de um gênero é um primeiro passo para que o texto possa ser um intrumento de contrução de sentido para esse aluno.E também no desenvolvimento da criatividade/motivação,tão escassa em nossos alunos
Repondido por: MONICA STOLZ em 21/05/2009 as 16:24:06.3170
Para que o aluno possa identificar todas essas modalidades de escritas ,e que o mesmo se situe dentro das mais diversificadas situações em leituras por ele deparadas .
Repondido por: ULGO GONÇALVES DO AMARAL em 21/05/2009 as 20:34:22.6710
Por que trabalhar gêneros textuais? Porque é através dos diferentes modos de leitura que torna o ato de LER um “diálogo” incrível que alimenta, constrói, cria e recria... É na e pela palavra lida, criada ou recriada a partir de leituras que o leitor pode também se constituir, crescer, fruir e se perceber dono e senhor de outras palavras, de outros textos, de seu texto - mesmo que silencioso. Do movimento entre um eu e um texto uma rede de relações entre o universo do leitor e o universo do texto que, por sua vez, pode mobilizar outros textos, outros tempos, outras artes, outras leituras e necessariamente, outros sentidos. Sabemos que, para que o diálogo leitor/textos seja pleno, é preciso que haja especialmente com o jovem em formação, uma intensa motivação, que deve necessariamente partir do envolvimento de todos os sentidos. O jovem leitor deve perceber que o ato de ler e escrever é o envolvimento de um olhar especial de que todo o corpo é participante. É a leitura que envolve o movimento, os sentidos, para envolver também o intelecto, o espírito. O domínio das linguagens que permeiam as relações de mundo de hoje apresenta-se não apenas como mais um exercício das capacidades do intelecto, mas como um dos mais frutíferos exercícios para o desenvolvimento de um olhar mais agudo sobre o mundo, sobre si mesmo. Bakhtin, em Marxismo e Filosofia da linguagem, fortalece a idéia de que não há como pensar em linguagem sem pensar no fato que subjaz a qualquer forma de expressão um ato de interação, de interlocução: do sujeito com outro sujeito, do sujeito consigo mesmo, do sujeito com os possíveis produtos das intenções de comunicação constituídos na e pela linguagem. Assim, pode-se afirmar também que igualmente subjaz a toda e qualquer interlocução, sempre, a produção de um diálogo! Então, colegas! Vamos extravasar em sala de aula toda a riqueza de gêneros textuais que se apresentam ao nosso educando seja pela TV, WEB, jogos eletrônicos, e cativá-los para a leitura direcionada nas aulas ministradas por nós.
Repondido por: CLEUDENEI GUEDES DOS SANTOS VARELA em 22/05/2009 as 14:33:13.2450
Relaciono mais algumas das exposições dos professores/cursistas que fizeram do nosso primeiro fórum um ambiente de muita aprendizagem: Ana Maria Teixeira:... excelente oportunidade de se lidar com a língua nos seus mais diversos usos do cotidiano. Luciane Campolin: Textos que circulam no mundo, que têm uma função específica, para um público específico e com características próprias. Keller: Possibilita o contato direto com a linguagem e suas mais variadas formas de interação... Eliane Silva: ...cada situação exige um formato de texto diferente... Adriana Sanches:..só há comunicação quando há entendimento entre os interlocutores... Sandra: Precisamos ampliar os estudos do processamento textual. Rosilane Trindade: ...buscar sempre novos significados através de novas leituras e trabalhar com textos diversificados. Mônica Stolz: Reconhecer características típicas de um gênero é um primeiro passo para que o texto possa ser instrumento de construção de sentido ao aluno. Ulgo: ...para que o aluno possa identificar todas essas modalidades de escrita... Iniciado o trabalho, o professor precisa se assegurar de seu próprio conhecimento sobre o gênero que ensinará. Quanto maior for seu domínio sobre os elementos do gênero, mais fácil será diagnosticar o que seus alunos sabem e o que precisam aprender sobre ele. O diagnóstico, primeiro passo de uma sequência didática bem planejada, permite que o professor avalie as condições de cada um de seus alunos, seja no domínio do gênero textual com o qual estão trabalhando, seja nas competências gerais de leitura e escrita dos alunos. Bom Trabalho a todos!
Repondido por: RITA SCHUMANN em 22/05/2009 as 15:08:19.7750
Professora Cleudenei, sua participação não foi só escrita, seu corpo e alma estiveram presentes. Espero que sua docência seja como esta participação. Parabéns!
Repondido por: RITA SCHUMANN em 22/05/2009 as 15:20:52.3950
Repondido por: CLARICE HAUFFE em 24/05/2009 as 01:08:25.1350
Repondido por: CLARICE HAUFFE em 24/05/2009 as 01:14:32.6280
A leitura enquanto prática cultural na formação do cidadão ocorre a partir das situações que a realidade apresenta, numa perspectiva interacionista. No momento da prática social processam-se leituras as quais habilitarão o cidadão a ampliar as possibilidades de leitura dos textos e da própria realidade social. Logo, a prática de leitura pressupõe a atividade do leitor em interagir com o texto, partindo das relações que com ele estabelece, segundo suas experiências. Nesse sentido, é que julgamos pertinente que essa ação ultrapasse as paredes da escola/casa, para que a leitura não estacione no pressuposto de mera interpretação em que tudo é previsível. A leitura necessita ser entendida no seu contexto textual, ou seja, professores precisam entender como se constroem os sujeitos enquanto leitores, em suas várias dimensões, para que se tenha a ideia da construção histórica-cultural do ato de ler. Neste sentido, o trabalho com gêneros textuais, como objeto de ensino, se torna fundamental. É claro que o primeiro passo para o êxito com o trabalho em sala de aula com um gênero de texto é a competência do professor em lidar socialmente com tal espécie de texto. O trabalho com gêneros textuais obriga-nos a compreender tanto as características estruturais de determinado texto (como ele é feito) como as condições sociais que levam ao funcionamento e ao bom êxito das mesmas (como ele funciona na sociedade). Ler linguagens diferentes da realidade e, especialmente ler textos implicam o resgate da cidadania, porque o leitor percebe o poder que possui, ao criar sentidos para os textos que se apresentam a cada passo do cotidiano.
Repondido por: MARLISE APARECIDA RECALCATE em 24/05/2009 as 18:37:10.2060
Repondido por: CLARICE HAUFFE em 24/05/2009 as 20:50:20.9080
Se faz importante o uso de diferentes textos nâo só para melhorarmos a leitura de nossos alunos,mas para que eles compreendam melhor o mundo a sua volta.
Repondido por: SÍLVIA BARZOTTO DE OLIVEIRA em 25/05/2009 as 13:41:44.0640
para introduzir o aluno no mundo da leitura e que ele opte pelo qual lhe convier,é preciso conhecer para que as aulas não fiquem na mesmice e se existem tem que se trabalhar
Repondido por: LUCIMAR BARZOTTO em 25/05/2009 as 22:35:48.4160
Creio que os assuntos gêneros literários e tipologia textual já foi suficientemente explicitados pelos colegas que manifestaram sua opinião neste fórum. Quero, entretanto, tratar de mais duas questões relativas a esse tema. Primeira: fiquei fascinada com a mescla de tipos textuais que aparecem em determinados gêneros, evidentemente que, de acordo com o objetivo do locutor, sempre um deles prevalece. Sabemos que é fácil fazer o recorte num texto e estudar isoladamente um tipo textual, como, por exemplo, descrição. No entanto, para identificar tipologias textuais com exatidão num texto mesclado com vários tipos textuais não é tarefa fácil, especialmente quando alguns tipos são bastante parecidos, como é o caso do argumentativo e do expositivo. Isso exige de nós professores mais estudo teórico, mais análises textuais para reconhecer e trabalhar didaticamente esse assunto junto aos nossos alunos. Segunda: trabalhar gêneros e tipologias textuais é mais desafio que enfrentamos na tentativa de tornar mais eficiente o ensino da língua portuguesa. No entanto, temos nos defrontado em nossas escolas com o problema de cotas para reprodução de materiais, já que é complicado analisar uma notícia quando cada aluno tem um texto diferente. Então uma solução, a curto prazo, é redimensionar o uso do livro didático (tão criticado equivocadamente por “especialistas” em educação e até por colegas professores). Claro que tudo isso não nos desobriga da nossa tarefa básica que é ensinar a estrutura e os mecanismos de funcionamento da linguagem oral e escrita, senão que suporte os alunos terão para identificar tipologia textuais dentro dos gêneros, se não sabem diferenciar substantivos, adjetivos e verbos?
Repondido por: CLARICE HAUFFE em 25/05/2009 as 23:08:19.8650
A formação de um leitor crítico envolve o conhecimento das relações sociais, formas de conhecimento veiculadas por meio de textos em diferentes situações, sabemos que os textos estão em constante evolução, logo, o estudo dos gêneros textuais é de suma importancia para termos um leitor atualizado.
Repondido por: RITA CÁCIA DA SILVA em 25/05/2009 as 23:15:49.6550
GÊNEROS TEXTUAIS Quanto mais forem trabalhados os gêneros textuais na escola, mais os alunos poderão desenvolver e construir sua própria linguagem, podendo assim expressar-se adequadamente sabendo diferenciar qual gênero textual deve ser usado em situações diferenciadas; ou seja a linguagem deve ser adequada ao contexto.
Repondido por: JUCELIA GAN em 27/05/2009 as 18:44:51.8190
quando trabalhamos este assunto os alunos podem fazer interferências e tirar conclusões de seus próprios pensamentos, além de trabalharmos a gramática através de textos.
Repondido por: LUCIMARA RIBEIRO em 28/05/2009 as 15:10:56.7460
É muito importante para o aluno o conhecimento de vários gêneros textuais, para que o mesmo saiba identificar tudo o que lê e enriqueça sua forma de comunicação.
Repondido por: ALESSANDRA BASSO CAVALHEIRO em 28/05/2009 as 15:29:38.2730
Para que sua leitura seja entendida no seu contexto textual, Precisa – se entender como se constroem os sujeitos enquanto leitores, em suas várias dimensões, Para que se tenha a idéia da construção histórico-cultural do ato de ler e, neste sentido, o trabalho com gêneros textuais, como objeto de ensino, se torna fundamental. Formas diferenciadas pelos leitores, ou seja, a partir da condição de leitores populares ou não. Profª: Vera Ione Antunes
Repondido por: VERA IONE TRIZOTTO ANTUNES em 29/05/2009 as 21:17:22.3120
Repondido por: SANDRA MARA SANTOS CARNEIRO em 06/06/2009 as 20:24:50.2950
A única coisa que se aproveita da Língua Portuguesa na escola é aquilo que se produz, ou seja, leitura, análise e produção de texto. Desta forma, é essencial que se conheça as características que diferem cada gênero ou tipologia textual. É importante que nosso aluno possa identificar estas diferenças para fins didáticos e práticos. Se ele não identificar este ou aquele pormenor da gramática, não será um fato prejudicial em sua vida, mas se ele não souber identificar e produzir diferentes tipos e gêneros textuais, certamente sua qualidade de vida estará comprometida, pois estará comprometida também sua capacidade de expressão. Estes fatores de leitura, análise e produção de texto é que serão realmente importantes na sua vida cotidiana.
Repondido por: MÁRCIO ROBERTO GOES em 10/06/2009 as 18:37:41.2360
A única coisa que se aproveita da Língua Portuguesa na escola é aquilo que se produz, ou seja, leitura, análise e produção de texto. Desta forma, é essencial que se conheça as características que diferem cada gênero ou tipologia textual. É importante que nosso aluno possa identificar estas diferenças para fins didáticos e práticos. Se ele não identificar este ou aquele pormenor da gramática, não será um fato prejudicial em sua vida, mas se ele não souber identificar e produzir diferentes tipos e gêneros textuais, certamente sua qualidade de vida estará comprometida, pois estará comprometida também sua capacidade de expressão. Estes fatores de leitura, análise e produção de texto é que serão realmente importantes na sua vida cotidiana.
Repondido por: MÁRCIO ROBERTO GOES em 10/06/2009 as 18:38:04.4120
Acredito que o trabalho com a leitura, compreensão e a produção escrita em Língua Materna deve ter como meta primordial o desenvolvimento no aluno de habilidades que façam com que ele tenha capacidade de usar um número sempre maior de recursos da língua para produzir efeitos de sentido(gêneros textuais) de forma adequada a cada situação específica de interação humana. Edilnea
Repondido por: EDILNEA APARECIDA MONTOSKI em 19/06/2009 as 09:45:42.8630
Trabalhar generos textuais é uma das maneiras que possibilita o aluno expressar,construir, desenvolver e também transmitir seus pensamentos e objetivos para a formação de um cidadão cheio expectativas boas e capaz de contribuir para um melhor entendimento da nossa tão falada língua.
Repondido por: SIMONE APARECIDA STELZNER em 19/06/2009 as 14:19:55.1770
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