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sábado, 20 de junho de 2009
Participações do Fórum 1 - Por que trabalhar gêneros textuais na escola?
Por que trabalhar gêneros textuais na escola?
Postado por: RITA SCHUMANN
Todos os falantes se expressam inconscientemente através dos gêneros textuais, mesmo antes de conhecê-los. É importante que a escola aproveite este conhecimento, para tornar consciente o uso destes gêneros textuais. Como gêneros textuais são maneiras diferentes de organizar as informações lingüísticas, é importante reconhecer as diferenças, pois cada texto ao escrevermos ou lermos sabemos que tem uma finalidade específica, ou seja, a competência sociocomunicativa.
Repondido por: DANIELE TRISTAO DE SOUZA em 10/05/2009 as 17:31:44.2950
É isso aí, Professora Daniela! Gostei muito de sua participação. Do mesmo modo que desenvolvemos a competência lingüística – código lingüístico, desenvolvemos a competência sociocomunicativa quando apreendemos os comportamentos lingüísticos. A identificação dos gêneros está incluída nesta competência. Temos insistido em nossos cursos que cada gênero textual tem características próprias e assim pode ser identificado. Um artigo de opinião, por exemplo, tem uma forma muito diferente de um poema ou de um texto de memórias. Isso acontece porque a situação de produção de cada um desses gêneros de texto é marcada por elementos próprios: quem escreve (autor do texto), para quem escreve (os leitores do texto), quais as finalidades que tem o texto (divertir o leitor ou convencê-lo de alguma ideia, por exemplo), para quem o autor escreve (uma empresa jornalística, uma editora, pessoas próximas, etc.) e, finalmente, onde será publicado. Espero aparticipaçãode outrosprofessores/cursistas
Repondido por: RITA SCHUMANN em 13/05/2009 as 16:04:34.6010
Desde a mais tenra idade o ser humano entra em contato com os gêneros textuais sem nem imaginar sua existência. Toda comunicação é feita por ele, não extamente por palavras ou frases, mas com textos que podem ser longos ou mesmo formados por uma única frase que contenha os elementos linguísticos necessários a comunicação. Sendo assim, eles acompanham a criança quando ela chega na escola, a qual deve valorizar esse conhecimento prévio, aprimorando- o e melhorando-o. Trabalhando os gêneros textuais na escola a criança se conscientizará de que a língua apresenta variações as quais possibilitam a comunicação de maneira adequada e eficiente. Certamente quando partimos de situações concretas definidas por propriedades sociocomunicativas, a aprendizagem é uma consequência.
Repondido por: PATRICIA TASCA DI DOMENICO em 14/05/2009 as 21:48:46.6020
Excelente meninas!Esta participação, troca de ideias e reflexão individual enriquecerá certamente o grupo num todo.
Repondido por: RITA SCHUMANN em 15/05/2009 as 16:54:29.4650
Uma das necessidades básicas do ser humano é comunicar-se, expressar-se e isso pode ser feito de várias formas, entre elas, a escrita. Temos contato com a escrita nos primeiros anos de nossa vida, antes mesmo de ingressarmos na escola, mas a usamos de uma maneira mais livre, solta. Porém com o passar do tempo, percebemos que podemos e devemos avançar nessa comunicação. A escola nos apresenta as formas diferentes de escrita (gêneros textuais), os quais nos auxiliam na comunicação e nos mostram as variações lingüísticas. Trabalhar os gêneros é proporcionar ao aluno diferentes maneiras de expressar-se, valorizando a diversidade e riqueza da nossa língua.
Repondido por: SILVANA APARECIDA GOMES em 16/05/2009 as 21:03:15.2740
É sabido que mesmo antes da escrita, o homem usou inúmeras formas de se comunicar, como exemplos, desenhos em cavernas e através da fumaça. Na atualidade, há diversas tipologias textuais que facilitam a comunicação entre os homens, portanto, para chegar a esse processo de interpretação - leitura e compreensão - a humanidade percorre os bancos escolares. No entanto, nós professores precisamos fazer um levantamento de quais tipos seriam necessários para os alunos. Não descartando em hipótese alguma, aqueles que não se enquadram no grupo, afinal, devemos sim, dar-lhes todas as informações sobre os outros textos que não são vistos com frequência por eles. (PCN: 1998, p.37) Não basta saber escrever. É preciso uma motivação para isso, tentar formar alunos que dominem a norma padrão da língua e gramática, além de levá-los a ler/produzir com relativa facilidade diferentes gêneros textuais reais, mais que isso, formar cidadãos que participam participando.
Repondido por: ANGELA COLUSSI em 17/05/2009 as 15:29:20.2850
Ao trabalhar gêneros textuais na sala de aula, o professor estará levando a oportunidade de envolver o aluno na utilização da linguagem. Quanto mais o aluno tiver contato com uma variedade de gêneros, mais ele desenvolverá a capacidade de construir o seu discurso, desenvolvendo-se como um cidadão letrado. O professor que trabalha gêneros textuais na sala de aula formará indivíduos capazes de, através do instrumento de comunicação de que dispõe, a língua, expressarem-se com autonomia e segurança na sociedade na qual estão inseridos.
Repondido por: ROSELENE MARIA RAUEN em 17/05/2009 as 16:47:05.55
O comunicar-se está nas entrelinhas do nosso dia-a-dia, como nos rótulos dos produtos comercializados, no itinerário dos ônibus, no ticket de alimentação, nos cartões magnéticos, na bula de remédio, na receita culinária, nas contas de água e luz... Vale ressaltar que nosso aluno interage com o meio social o qual está inserido, pois ele é um sujeito agente. Mais importante ainda, é que o mesmo perceba que conforme o gênero textual, haverá uma variação no uso da língua de acordo com o receptor da mensagem.
Repondido por: EVERLAINE WEBER URIO em 17/05/2009 as 17:33:30.6730
A meu ver trabalhar os gêneros textuais na escola passa necessariamente a ser um processo de estudo da leitura, a disposição dos níveis de capacidade se faz mais nítida, pois o aluno precisa organizar lentamente o conhecimento dos gêneros: levantando hipóteses, conferindo seus conhecimentos e experiências de linguagem prévias, reconhecimento de idéias relativas ao modo de organizar enunciados. O estudo dos gêneros permite determinar o que deve ser buscado num texto, pois assim ele ( o gênero textual ) passa a ser um instrumento de comunicação e ao mesmo tempo um objeto de aprendizagem.
Repondido por: NADIR ZIMMER TELEGEN em 18/05/2009 as 10:22:12.87
A meu ver trabalhar os gêneros textuais na escola passa necessariamente a ser um processo de estudo da leitura, a disposição dos níveis de capacidade se faz mais nítida, pois o aluno precisa organizar lentamente o conhecimento dos gêneros: levantando hipóteses, conferindo seus conhecimentos e experiências de linguagem prévias, reconhecimento de idéias relativas aos modos de organizar enunciados. O estudo dos gêneros permite determinar o que deve ser buscado num texto, pois assim ele ( o gênero textual ) passa a ser um instrumento de comunicação e ao mesmo tempo um objeto de aprendizagem.
Repondido por: NADIR ZIMMER TELEGEN em 18/05/2009 as 10:22:51.6580
Jóia, meninas... Essa interação com os colegas fará com que vocês aproveitem ainda mais este espaço. Reescrevo algumas citações das professoras/cursistas em relação aos gêneros textuais que não podemos deixar passar em branco: Silvana: ...várias formas de comunicação e expressão... Ângela Colussi: ...”participar, participando” – ou seja, só aprendemos escrever, escrevendo e ler, lendo. Everlaine: ...interação do aluno com o meio que social – o aluno não é só no mundo, ele veio de algum lugar e com conhecimentos que não podemos ignorar; Nadir: ... gêneros textuais - instrumento de comunicação e ao mesmo tempo um objeto de aprendizagem – nossas produções além de comunicar, ensinam – “a gramática também”. Não podemos nos esquecer de que os gêneros textuais são produzidos por pessoas que, usando a linguagem de formas diferentes, revelam um olhar próprio, inovador, uma visão diferente das coisas, que surpreende, inspira e desperta, muitas vezes, curiosidades nos leitores. A percepção de que “são muitos os gêneros textuais” em nossa sociedade, possibilita ao aluno um maior acesso ao universo letrado. Por isso, podemos dizer que as atividades propostas neste curso e nas oficinas do Programa GESTAR II podem ser consideradas práticas de letramento, que tornam o indivíduo mais consciente de si e da sociedade em que vive. Continuem interagindo !
Repondido por: RITA SCHUMANN em 18/05/2009 as 16:15:55.8970
Os gêneros textuais estão em todos os lugares em diversos níveis de comunicação. A partir do momento que colocamos para os alunos que tudo o que está escrito e o que falamos são gêneros textuais, fica fácil o entendimento dos mesmos. Com isso, percebemos o quanto torna-se mais fácil trabalhar e distinguir a tipologia de cada um.
Repondido por: MARISTELA DE BORTOLI em 19/05/2009 as 09:39:06.6950
Ao explorar a diversidade textual, o professor aproxima o aluno das situações originais de produção dos textos não escolares. Essa aproximação proporciona condições para que o aprendiz compreenda o funcionamento dos gêneros textuais, apropriando-se, a partir disso, de suas peculiaridades, o que facilita o domínio que deverá ter sobre eles. Além disso, o trabalho com gêneros textuais contribui para o aprendizado de prática de leitura, de produção textual e de compreensão, tendo em vista a infinita diversidade de gêneros textuais existentes.
Repondido por: ZITA APARECIDA DUARTE TIVES TRAMONTINA em 19/05/2009 as 15:03:43.5910
Trabalhar os gêneros textuais em sala de aula é uma excelente oportunidade de se lidar com a língua nos seus mais diversos usos do cotidiano.A melhor alternativa para trabalhar o ensino de gêneros textuais é envolver os alunos em situações concretas de uso da língua, de modo que consigam, de forma criativa e consciente, escolher meios adequados aos fins que se deseja alcançar.
Repondido por: ANA MARIA DOS SANTOS TEIXEIRA em 20/05/2009 as 09:21:40.3890
Professoras Maristela de Bortoli e Zita parabéns pela participação no fórum. Nossas iniciativas nos diferenciam e nos engrandecem... Desta forma faremos a diferença ao ensinar e consequentemente, aprender.
Repondido por: RITA SCHUMANN em 20/05/2009 as 15:39:11.9310
Gêneros textuais são formas verbais de ação social, sendo assim é impossível comunicar-se verbalmente sem utilizar-se de um gênero textual. O nosso bom dia dado ao pai em casa ou o cumprimento entre chefes de estado têm regras próprias, fazem parte de um conjunto de procedimentos que adquirimos desde a nossa infância e que significam em nossa vida. Outra questão importante, que merece atenção, é que uma das habilidades relacionadas à leitura refere-se ao conhecimento do gênero textual ou gênero discursivo. É importante desenvolvermos a consciência de como a linguagem se articula em ação humana sobre o mundo, constituindo-se assim em gênero textual. A formação de um leitor crítico envolve o conhecimento das relações sociais, formas de conhecimento veiculadas por meio de textos em diferentes situações de interação. Podemos falar em gêneros variados que vão do cartão-postal e do telegrama ao texto científico e conto, fábula, anedota, poema, cartaz, crônica, email, receita, manual, ofício, charge etc. São textos que circulam no mundo, que têm uma função específica, para um público específico e com características próprias.
Repondido por: LUCIANE DA COSTA CAMPOLIN em 20/05/2009 as 18:57:48.1490
Acredito que a necessidade de se trabalhar os gêneros textuais am sala de aula fala por si só, pois cada situação exige um formato de texto diferente. Por mais que no princípio do trabalho com gêneros textuais os nossos alunos não compreendam exatamente a necessidade de trabalhá-los, com certeza futuramente eles irão aproveitar esse conhecimento na prática. Estamos cercados por todos os lados dos mais diversificados gêneros textuais. mesmo que não tenhamos conhecimento teórico para diferenciá-los, a própria vivência com essa variedade os torna únicos e diferentes, cada um com sua função e estrutura.
Repondido por: ELIANE TEREZINHA MOREIRA DOS SANTOS SILVA em 20/05/2009 as 19:41:33.0790
Atualmente, algumas escolas estão perdendo a credibilidade no seu papel de ensinar. Dentre alguns fatores, podemos destacar o avanço tecnológico, que traz comodidade ao cotidiano, mas que por outro lado nossos alunos deixam de desenvolver o senso crítico. A proposta de trabalho com os gêneros textuais possibilita o contato direto com a linguagem e suas mais variadas formas de interação, além de permitir ao aluno a compreensão do sistema lingüístico de sua língua.
Repondido por: KELLER CASTILHO PASSOS ANGELI em 20/05/2009 as 20:22:41.0960
Os generos textuais é um ponto de partida para o ensino.O letramento já existe.Há a necessidade de de leitores não apenas do texto verbal,ou seja de textos que têm vários sistemas de linguagem (verbal+visual); (verbal+audiovisual);(verbal+gestual;etc).Precisamos ampliar os estudos do processamento textual.
Repondido por: SANDRA MARA SANTOS CARNEIRO em 20/05/2009 as 21:51:04.2150
Todo ser humano tem necessidade de se comunicar.Sabemos que só há comunicação quando há entendimento entre os interlocutores. Sendo assim, precisamos conhecer os gêneros textuais para que possamos usar o gênero mais adequado em cada situação, tornando a comunicação mais clara e mais objetiva.
Repondido por: ADRIANA APARECIDA DENIZ SANCHES em 21/05/2009 as 10:19:15.3050
Há muito tempo vem se discutindo que a leitura transforma o homem em sua maneira de pensar, quando este faz leituras assíduas, que lhe permite o conhecimento através da leitura de obras fazendo dela hábito diário, também viabilizando a importância da mesma em sua vida, com isso, despertando a necessidade de buscar conhecimentos através da leitura. É importante, que diferentes tipos textuais permitam ao leitor o conhecimento através de suas leituras, pois é uma forma de emergir do senso comum forçando o entendimento e as próprias deduções desenvolvendo assim seu raciocínio intelecto. Por isso, torna-se necessário fazer da leitura um hábito diário, levar o leitor a ser um pesquisador contínuo, questionador que encontre soluções para suas dificuldades, sejam nas pesquisas, relacionamentos, conhecimento ou situações de seu dia-a-dia, buscando sempre novos significados através de novas leituras e trabalhos com textos diversificados. Além disso deverá viabilizar a importância da leitura em sua vida, despertando a necessidade de buscar conhecimento através da mesma, pois, quanto mais se ler melhor se transforma o senso crítico tanto para expressão oral como escrita, dessa forma o conhecimento vem de encontro com a imaginação tornando muito agradável a descoberta da leitura. Portanto, a leitura deve ser assídua na vida do leitor; também, deverá dar-lhe prazer, sendo ela um meio de informação, conhecimento, entretenimento e mais abrangente que permite usar-se da imaginação e do conhecimento já existente interagindo sempre com o novo, muitas vezes o antigo, contido em uma obra.
Repondido por: ROSILANE TRINDADE em 21/05/2009 as 13:44:44.81
A escola trabalha com jovens que estão sempre "plugados"no mundo(tv,internet,som,quadrinhos,pinturas,etc)o que torna nosso trabalho mais desafiador no que diz respeito a manter o interesse desse "novo"aluno em um ambiente tão passivo.Reconhecer características típicas de um gênero é um primeiro passo para que o texto possa ser um intrumento de contrução de sentido para esse aluno.E também no desenvolvimento da criatividade/motivação,tão escassa em nossos alunos
Repondido por: MONICA STOLZ em 21/05/2009 as 16:24:06.3170
Para que o aluno possa identificar todas essas modalidades de escritas ,e que o mesmo se situe dentro das mais diversificadas situações em leituras por ele deparadas .
Repondido por: ULGO GONÇALVES DO AMARAL em 21/05/2009 as 20:34:22.6710
Por que trabalhar gêneros textuais? Porque é através dos diferentes modos de leitura que torna o ato de LER um “diálogo” incrível que alimenta, constrói, cria e recria... É na e pela palavra lida, criada ou recriada a partir de leituras que o leitor pode também se constituir, crescer, fruir e se perceber dono e senhor de outras palavras, de outros textos, de seu texto - mesmo que silencioso. Do movimento entre um eu e um texto uma rede de relações entre o universo do leitor e o universo do texto que, por sua vez, pode mobilizar outros textos, outros tempos, outras artes, outras leituras e necessariamente, outros sentidos. Sabemos que, para que o diálogo leitor/textos seja pleno, é preciso que haja especialmente com o jovem em formação, uma intensa motivação, que deve necessariamente partir do envolvimento de todos os sentidos. O jovem leitor deve perceber que o ato de ler e escrever é o envolvimento de um olhar especial de que todo o corpo é participante. É a leitura que envolve o movimento, os sentidos, para envolver também o intelecto, o espírito. O domínio das linguagens que permeiam as relações de mundo de hoje apresenta-se não apenas como mais um exercício das capacidades do intelecto, mas como um dos mais frutíferos exercícios para o desenvolvimento de um olhar mais agudo sobre o mundo, sobre si mesmo. Bakhtin, em Marxismo e Filosofia da linguagem, fortalece a idéia de que não há como pensar em linguagem sem pensar no fato que subjaz a qualquer forma de expressão um ato de interação, de interlocução: do sujeito com outro sujeito, do sujeito consigo mesmo, do sujeito com os possíveis produtos das intenções de comunicação constituídos na e pela linguagem. Assim, pode-se afirmar também que igualmente subjaz a toda e qualquer interlocução, sempre, a produção de um diálogo! Então, colegas! Vamos extravasar em sala de aula toda a riqueza de gêneros textuais que se apresentam ao nosso educando seja pela TV, WEB, jogos eletrônicos, e cativá-los para a leitura direcionada nas aulas ministradas por nós.
Repondido por: CLEUDENEI GUEDES DOS SANTOS VARELA em 22/05/2009 as 14:33:13.2450
Relaciono mais algumas das exposições dos professores/cursistas que fizeram do nosso primeiro fórum um ambiente de muita aprendizagem: Ana Maria Teixeira:... excelente oportunidade de se lidar com a língua nos seus mais diversos usos do cotidiano. Luciane Campolin: Textos que circulam no mundo, que têm uma função específica, para um público específico e com características próprias. Keller: Possibilita o contato direto com a linguagem e suas mais variadas formas de interação... Eliane Silva: ...cada situação exige um formato de texto diferente... Adriana Sanches:..só há comunicação quando há entendimento entre os interlocutores... Sandra: Precisamos ampliar os estudos do processamento textual. Rosilane Trindade: ...buscar sempre novos significados através de novas leituras e trabalhar com textos diversificados. Mônica Stolz: Reconhecer características típicas de um gênero é um primeiro passo para que o texto possa ser instrumento de construção de sentido ao aluno. Ulgo: ...para que o aluno possa identificar todas essas modalidades de escrita... Iniciado o trabalho, o professor precisa se assegurar de seu próprio conhecimento sobre o gênero que ensinará. Quanto maior for seu domínio sobre os elementos do gênero, mais fácil será diagnosticar o que seus alunos sabem e o que precisam aprender sobre ele. O diagnóstico, primeiro passo de uma sequência didática bem planejada, permite que o professor avalie as condições de cada um de seus alunos, seja no domínio do gênero textual com o qual estão trabalhando, seja nas competências gerais de leitura e escrita dos alunos. Bom Trabalho a todos!
Repondido por: RITA SCHUMANN em 22/05/2009 as 15:08:19.7750
Professora Cleudenei, sua participação não foi só escrita, seu corpo e alma estiveram presentes. Espero que sua docência seja como esta participação. Parabéns!
Repondido por: RITA SCHUMANN em 22/05/2009 as 15:20:52.3950
Repondido por: CLARICE HAUFFE em 24/05/2009 as 01:08:25.1350
Repondido por: CLARICE HAUFFE em 24/05/2009 as 01:14:32.6280
A leitura enquanto prática cultural na formação do cidadão ocorre a partir das situações que a realidade apresenta, numa perspectiva interacionista. No momento da prática social processam-se leituras as quais habilitarão o cidadão a ampliar as possibilidades de leitura dos textos e da própria realidade social. Logo, a prática de leitura pressupõe a atividade do leitor em interagir com o texto, partindo das relações que com ele estabelece, segundo suas experiências. Nesse sentido, é que julgamos pertinente que essa ação ultrapasse as paredes da escola/casa, para que a leitura não estacione no pressuposto de mera interpretação em que tudo é previsível. A leitura necessita ser entendida no seu contexto textual, ou seja, professores precisam entender como se constroem os sujeitos enquanto leitores, em suas várias dimensões, para que se tenha a ideia da construção histórica-cultural do ato de ler. Neste sentido, o trabalho com gêneros textuais, como objeto de ensino, se torna fundamental. É claro que o primeiro passo para o êxito com o trabalho em sala de aula com um gênero de texto é a competência do professor em lidar socialmente com tal espécie de texto. O trabalho com gêneros textuais obriga-nos a compreender tanto as características estruturais de determinado texto (como ele é feito) como as condições sociais que levam ao funcionamento e ao bom êxito das mesmas (como ele funciona na sociedade). Ler linguagens diferentes da realidade e, especialmente ler textos implicam o resgate da cidadania, porque o leitor percebe o poder que possui, ao criar sentidos para os textos que se apresentam a cada passo do cotidiano.
Repondido por: MARLISE APARECIDA RECALCATE em 24/05/2009 as 18:37:10.2060
Repondido por: CLARICE HAUFFE em 24/05/2009 as 20:50:20.9080
Se faz importante o uso de diferentes textos nâo só para melhorarmos a leitura de nossos alunos,mas para que eles compreendam melhor o mundo a sua volta.
Repondido por: SÍLVIA BARZOTTO DE OLIVEIRA em 25/05/2009 as 13:41:44.0640
para introduzir o aluno no mundo da leitura e que ele opte pelo qual lhe convier,é preciso conhecer para que as aulas não fiquem na mesmice e se existem tem que se trabalhar
Repondido por: LUCIMAR BARZOTTO em 25/05/2009 as 22:35:48.4160
Creio que os assuntos gêneros literários e tipologia textual já foi suficientemente explicitados pelos colegas que manifestaram sua opinião neste fórum. Quero, entretanto, tratar de mais duas questões relativas a esse tema. Primeira: fiquei fascinada com a mescla de tipos textuais que aparecem em determinados gêneros, evidentemente que, de acordo com o objetivo do locutor, sempre um deles prevalece. Sabemos que é fácil fazer o recorte num texto e estudar isoladamente um tipo textual, como, por exemplo, descrição. No entanto, para identificar tipologias textuais com exatidão num texto mesclado com vários tipos textuais não é tarefa fácil, especialmente quando alguns tipos são bastante parecidos, como é o caso do argumentativo e do expositivo. Isso exige de nós professores mais estudo teórico, mais análises textuais para reconhecer e trabalhar didaticamente esse assunto junto aos nossos alunos. Segunda: trabalhar gêneros e tipologias textuais é mais desafio que enfrentamos na tentativa de tornar mais eficiente o ensino da língua portuguesa. No entanto, temos nos defrontado em nossas escolas com o problema de cotas para reprodução de materiais, já que é complicado analisar uma notícia quando cada aluno tem um texto diferente. Então uma solução, a curto prazo, é redimensionar o uso do livro didático (tão criticado equivocadamente por “especialistas” em educação e até por colegas professores). Claro que tudo isso não nos desobriga da nossa tarefa básica que é ensinar a estrutura e os mecanismos de funcionamento da linguagem oral e escrita, senão que suporte os alunos terão para identificar tipologia textuais dentro dos gêneros, se não sabem diferenciar substantivos, adjetivos e verbos?
Repondido por: CLARICE HAUFFE em 25/05/2009 as 23:08:19.8650
A formação de um leitor crítico envolve o conhecimento das relações sociais, formas de conhecimento veiculadas por meio de textos em diferentes situações, sabemos que os textos estão em constante evolução, logo, o estudo dos gêneros textuais é de suma importancia para termos um leitor atualizado.
Repondido por: RITA CÁCIA DA SILVA em 25/05/2009 as 23:15:49.6550
GÊNEROS TEXTUAIS Quanto mais forem trabalhados os gêneros textuais na escola, mais os alunos poderão desenvolver e construir sua própria linguagem, podendo assim expressar-se adequadamente sabendo diferenciar qual gênero textual deve ser usado em situações diferenciadas; ou seja a linguagem deve ser adequada ao contexto.
Repondido por: JUCELIA GAN em 27/05/2009 as 18:44:51.8190
quando trabalhamos este assunto os alunos podem fazer interferências e tirar conclusões de seus próprios pensamentos, além de trabalharmos a gramática através de textos.
Repondido por: LUCIMARA RIBEIRO em 28/05/2009 as 15:10:56.7460
É muito importante para o aluno o conhecimento de vários gêneros textuais, para que o mesmo saiba identificar tudo o que lê e enriqueça sua forma de comunicação.
Repondido por: ALESSANDRA BASSO CAVALHEIRO em 28/05/2009 as 15:29:38.2730
Para que sua leitura seja entendida no seu contexto textual, Precisa – se entender como se constroem os sujeitos enquanto leitores, em suas várias dimensões, Para que se tenha a idéia da construção histórico-cultural do ato de ler e, neste sentido, o trabalho com gêneros textuais, como objeto de ensino, se torna fundamental. Formas diferenciadas pelos leitores, ou seja, a partir da condição de leitores populares ou não. Profª: Vera Ione Antunes
Repondido por: VERA IONE TRIZOTTO ANTUNES em 29/05/2009 as 21:17:22.3120
Repondido por: SANDRA MARA SANTOS CARNEIRO em 06/06/2009 as 20:24:50.2950
A única coisa que se aproveita da Língua Portuguesa na escola é aquilo que se produz, ou seja, leitura, análise e produção de texto. Desta forma, é essencial que se conheça as características que diferem cada gênero ou tipologia textual. É importante que nosso aluno possa identificar estas diferenças para fins didáticos e práticos. Se ele não identificar este ou aquele pormenor da gramática, não será um fato prejudicial em sua vida, mas se ele não souber identificar e produzir diferentes tipos e gêneros textuais, certamente sua qualidade de vida estará comprometida, pois estará comprometida também sua capacidade de expressão. Estes fatores de leitura, análise e produção de texto é que serão realmente importantes na sua vida cotidiana.
Repondido por: MÁRCIO ROBERTO GOES em 10/06/2009 as 18:37:41.2360
A única coisa que se aproveita da Língua Portuguesa na escola é aquilo que se produz, ou seja, leitura, análise e produção de texto. Desta forma, é essencial que se conheça as características que diferem cada gênero ou tipologia textual. É importante que nosso aluno possa identificar estas diferenças para fins didáticos e práticos. Se ele não identificar este ou aquele pormenor da gramática, não será um fato prejudicial em sua vida, mas se ele não souber identificar e produzir diferentes tipos e gêneros textuais, certamente sua qualidade de vida estará comprometida, pois estará comprometida também sua capacidade de expressão. Estes fatores de leitura, análise e produção de texto é que serão realmente importantes na sua vida cotidiana.
Repondido por: MÁRCIO ROBERTO GOES em 10/06/2009 as 18:38:04.4120
Acredito que o trabalho com a leitura, compreensão e a produção escrita em Língua Materna deve ter como meta primordial o desenvolvimento no aluno de habilidades que façam com que ele tenha capacidade de usar um número sempre maior de recursos da língua para produzir efeitos de sentido(gêneros textuais) de forma adequada a cada situação específica de interação humana. Edilnea
Repondido por: EDILNEA APARECIDA MONTOSKI em 19/06/2009 as 09:45:42.8630
Trabalhar generos textuais é uma das maneiras que possibilita o aluno expressar,construir, desenvolver e também transmitir seus pensamentos e objetivos para a formação de um cidadão cheio expectativas boas e capaz de contribuir para um melhor entendimento da nossa tão falada língua.
Repondido por: SIMONE APARECIDA STELZNER em 19/06/2009 as 14:19:55.1770
Postado por: RITA SCHUMANN
Todos os falantes se expressam inconscientemente através dos gêneros textuais, mesmo antes de conhecê-los. É importante que a escola aproveite este conhecimento, para tornar consciente o uso destes gêneros textuais. Como gêneros textuais são maneiras diferentes de organizar as informações lingüísticas, é importante reconhecer as diferenças, pois cada texto ao escrevermos ou lermos sabemos que tem uma finalidade específica, ou seja, a competência sociocomunicativa.
Repondido por: DANIELE TRISTAO DE SOUZA em 10/05/2009 as 17:31:44.2950
É isso aí, Professora Daniela! Gostei muito de sua participação. Do mesmo modo que desenvolvemos a competência lingüística – código lingüístico, desenvolvemos a competência sociocomunicativa quando apreendemos os comportamentos lingüísticos. A identificação dos gêneros está incluída nesta competência. Temos insistido em nossos cursos que cada gênero textual tem características próprias e assim pode ser identificado. Um artigo de opinião, por exemplo, tem uma forma muito diferente de um poema ou de um texto de memórias. Isso acontece porque a situação de produção de cada um desses gêneros de texto é marcada por elementos próprios: quem escreve (autor do texto), para quem escreve (os leitores do texto), quais as finalidades que tem o texto (divertir o leitor ou convencê-lo de alguma ideia, por exemplo), para quem o autor escreve (uma empresa jornalística, uma editora, pessoas próximas, etc.) e, finalmente, onde será publicado. Espero aparticipaçãode outrosprofessores/cursistas
Repondido por: RITA SCHUMANN em 13/05/2009 as 16:04:34.6010
Desde a mais tenra idade o ser humano entra em contato com os gêneros textuais sem nem imaginar sua existência. Toda comunicação é feita por ele, não extamente por palavras ou frases, mas com textos que podem ser longos ou mesmo formados por uma única frase que contenha os elementos linguísticos necessários a comunicação. Sendo assim, eles acompanham a criança quando ela chega na escola, a qual deve valorizar esse conhecimento prévio, aprimorando- o e melhorando-o. Trabalhando os gêneros textuais na escola a criança se conscientizará de que a língua apresenta variações as quais possibilitam a comunicação de maneira adequada e eficiente. Certamente quando partimos de situações concretas definidas por propriedades sociocomunicativas, a aprendizagem é uma consequência.
Repondido por: PATRICIA TASCA DI DOMENICO em 14/05/2009 as 21:48:46.6020
Excelente meninas!Esta participação, troca de ideias e reflexão individual enriquecerá certamente o grupo num todo.
Repondido por: RITA SCHUMANN em 15/05/2009 as 16:54:29.4650
Uma das necessidades básicas do ser humano é comunicar-se, expressar-se e isso pode ser feito de várias formas, entre elas, a escrita. Temos contato com a escrita nos primeiros anos de nossa vida, antes mesmo de ingressarmos na escola, mas a usamos de uma maneira mais livre, solta. Porém com o passar do tempo, percebemos que podemos e devemos avançar nessa comunicação. A escola nos apresenta as formas diferentes de escrita (gêneros textuais), os quais nos auxiliam na comunicação e nos mostram as variações lingüísticas. Trabalhar os gêneros é proporcionar ao aluno diferentes maneiras de expressar-se, valorizando a diversidade e riqueza da nossa língua.
Repondido por: SILVANA APARECIDA GOMES em 16/05/2009 as 21:03:15.2740
É sabido que mesmo antes da escrita, o homem usou inúmeras formas de se comunicar, como exemplos, desenhos em cavernas e através da fumaça. Na atualidade, há diversas tipologias textuais que facilitam a comunicação entre os homens, portanto, para chegar a esse processo de interpretação - leitura e compreensão - a humanidade percorre os bancos escolares. No entanto, nós professores precisamos fazer um levantamento de quais tipos seriam necessários para os alunos. Não descartando em hipótese alguma, aqueles que não se enquadram no grupo, afinal, devemos sim, dar-lhes todas as informações sobre os outros textos que não são vistos com frequência por eles. (PCN: 1998, p.37) Não basta saber escrever. É preciso uma motivação para isso, tentar formar alunos que dominem a norma padrão da língua e gramática, além de levá-los a ler/produzir com relativa facilidade diferentes gêneros textuais reais, mais que isso, formar cidadãos que participam participando.
Repondido por: ANGELA COLUSSI em 17/05/2009 as 15:29:20.2850
Ao trabalhar gêneros textuais na sala de aula, o professor estará levando a oportunidade de envolver o aluno na utilização da linguagem. Quanto mais o aluno tiver contato com uma variedade de gêneros, mais ele desenvolverá a capacidade de construir o seu discurso, desenvolvendo-se como um cidadão letrado. O professor que trabalha gêneros textuais na sala de aula formará indivíduos capazes de, através do instrumento de comunicação de que dispõe, a língua, expressarem-se com autonomia e segurança na sociedade na qual estão inseridos.
Repondido por: ROSELENE MARIA RAUEN em 17/05/2009 as 16:47:05.55
O comunicar-se está nas entrelinhas do nosso dia-a-dia, como nos rótulos dos produtos comercializados, no itinerário dos ônibus, no ticket de alimentação, nos cartões magnéticos, na bula de remédio, na receita culinária, nas contas de água e luz... Vale ressaltar que nosso aluno interage com o meio social o qual está inserido, pois ele é um sujeito agente. Mais importante ainda, é que o mesmo perceba que conforme o gênero textual, haverá uma variação no uso da língua de acordo com o receptor da mensagem.
Repondido por: EVERLAINE WEBER URIO em 17/05/2009 as 17:33:30.6730
A meu ver trabalhar os gêneros textuais na escola passa necessariamente a ser um processo de estudo da leitura, a disposição dos níveis de capacidade se faz mais nítida, pois o aluno precisa organizar lentamente o conhecimento dos gêneros: levantando hipóteses, conferindo seus conhecimentos e experiências de linguagem prévias, reconhecimento de idéias relativas ao modo de organizar enunciados. O estudo dos gêneros permite determinar o que deve ser buscado num texto, pois assim ele ( o gênero textual ) passa a ser um instrumento de comunicação e ao mesmo tempo um objeto de aprendizagem.
Repondido por: NADIR ZIMMER TELEGEN em 18/05/2009 as 10:22:12.87
A meu ver trabalhar os gêneros textuais na escola passa necessariamente a ser um processo de estudo da leitura, a disposição dos níveis de capacidade se faz mais nítida, pois o aluno precisa organizar lentamente o conhecimento dos gêneros: levantando hipóteses, conferindo seus conhecimentos e experiências de linguagem prévias, reconhecimento de idéias relativas aos modos de organizar enunciados. O estudo dos gêneros permite determinar o que deve ser buscado num texto, pois assim ele ( o gênero textual ) passa a ser um instrumento de comunicação e ao mesmo tempo um objeto de aprendizagem.
Repondido por: NADIR ZIMMER TELEGEN em 18/05/2009 as 10:22:51.6580
Jóia, meninas... Essa interação com os colegas fará com que vocês aproveitem ainda mais este espaço. Reescrevo algumas citações das professoras/cursistas em relação aos gêneros textuais que não podemos deixar passar em branco: Silvana: ...várias formas de comunicação e expressão... Ângela Colussi: ...”participar, participando” – ou seja, só aprendemos escrever, escrevendo e ler, lendo. Everlaine: ...interação do aluno com o meio que social – o aluno não é só no mundo, ele veio de algum lugar e com conhecimentos que não podemos ignorar; Nadir: ... gêneros textuais - instrumento de comunicação e ao mesmo tempo um objeto de aprendizagem – nossas produções além de comunicar, ensinam – “a gramática também”. Não podemos nos esquecer de que os gêneros textuais são produzidos por pessoas que, usando a linguagem de formas diferentes, revelam um olhar próprio, inovador, uma visão diferente das coisas, que surpreende, inspira e desperta, muitas vezes, curiosidades nos leitores. A percepção de que “são muitos os gêneros textuais” em nossa sociedade, possibilita ao aluno um maior acesso ao universo letrado. Por isso, podemos dizer que as atividades propostas neste curso e nas oficinas do Programa GESTAR II podem ser consideradas práticas de letramento, que tornam o indivíduo mais consciente de si e da sociedade em que vive. Continuem interagindo !
Repondido por: RITA SCHUMANN em 18/05/2009 as 16:15:55.8970
Os gêneros textuais estão em todos os lugares em diversos níveis de comunicação. A partir do momento que colocamos para os alunos que tudo o que está escrito e o que falamos são gêneros textuais, fica fácil o entendimento dos mesmos. Com isso, percebemos o quanto torna-se mais fácil trabalhar e distinguir a tipologia de cada um.
Repondido por: MARISTELA DE BORTOLI em 19/05/2009 as 09:39:06.6950
Ao explorar a diversidade textual, o professor aproxima o aluno das situações originais de produção dos textos não escolares. Essa aproximação proporciona condições para que o aprendiz compreenda o funcionamento dos gêneros textuais, apropriando-se, a partir disso, de suas peculiaridades, o que facilita o domínio que deverá ter sobre eles. Além disso, o trabalho com gêneros textuais contribui para o aprendizado de prática de leitura, de produção textual e de compreensão, tendo em vista a infinita diversidade de gêneros textuais existentes.
Repondido por: ZITA APARECIDA DUARTE TIVES TRAMONTINA em 19/05/2009 as 15:03:43.5910
Trabalhar os gêneros textuais em sala de aula é uma excelente oportunidade de se lidar com a língua nos seus mais diversos usos do cotidiano.A melhor alternativa para trabalhar o ensino de gêneros textuais é envolver os alunos em situações concretas de uso da língua, de modo que consigam, de forma criativa e consciente, escolher meios adequados aos fins que se deseja alcançar.
Repondido por: ANA MARIA DOS SANTOS TEIXEIRA em 20/05/2009 as 09:21:40.3890
Professoras Maristela de Bortoli e Zita parabéns pela participação no fórum. Nossas iniciativas nos diferenciam e nos engrandecem... Desta forma faremos a diferença ao ensinar e consequentemente, aprender.
Repondido por: RITA SCHUMANN em 20/05/2009 as 15:39:11.9310
Gêneros textuais são formas verbais de ação social, sendo assim é impossível comunicar-se verbalmente sem utilizar-se de um gênero textual. O nosso bom dia dado ao pai em casa ou o cumprimento entre chefes de estado têm regras próprias, fazem parte de um conjunto de procedimentos que adquirimos desde a nossa infância e que significam em nossa vida. Outra questão importante, que merece atenção, é que uma das habilidades relacionadas à leitura refere-se ao conhecimento do gênero textual ou gênero discursivo. É importante desenvolvermos a consciência de como a linguagem se articula em ação humana sobre o mundo, constituindo-se assim em gênero textual. A formação de um leitor crítico envolve o conhecimento das relações sociais, formas de conhecimento veiculadas por meio de textos em diferentes situações de interação. Podemos falar em gêneros variados que vão do cartão-postal e do telegrama ao texto científico e conto, fábula, anedota, poema, cartaz, crônica, email, receita, manual, ofício, charge etc. São textos que circulam no mundo, que têm uma função específica, para um público específico e com características próprias.
Repondido por: LUCIANE DA COSTA CAMPOLIN em 20/05/2009 as 18:57:48.1490
Acredito que a necessidade de se trabalhar os gêneros textuais am sala de aula fala por si só, pois cada situação exige um formato de texto diferente. Por mais que no princípio do trabalho com gêneros textuais os nossos alunos não compreendam exatamente a necessidade de trabalhá-los, com certeza futuramente eles irão aproveitar esse conhecimento na prática. Estamos cercados por todos os lados dos mais diversificados gêneros textuais. mesmo que não tenhamos conhecimento teórico para diferenciá-los, a própria vivência com essa variedade os torna únicos e diferentes, cada um com sua função e estrutura.
Repondido por: ELIANE TEREZINHA MOREIRA DOS SANTOS SILVA em 20/05/2009 as 19:41:33.0790
Atualmente, algumas escolas estão perdendo a credibilidade no seu papel de ensinar. Dentre alguns fatores, podemos destacar o avanço tecnológico, que traz comodidade ao cotidiano, mas que por outro lado nossos alunos deixam de desenvolver o senso crítico. A proposta de trabalho com os gêneros textuais possibilita o contato direto com a linguagem e suas mais variadas formas de interação, além de permitir ao aluno a compreensão do sistema lingüístico de sua língua.
Repondido por: KELLER CASTILHO PASSOS ANGELI em 20/05/2009 as 20:22:41.0960
Os generos textuais é um ponto de partida para o ensino.O letramento já existe.Há a necessidade de de leitores não apenas do texto verbal,ou seja de textos que têm vários sistemas de linguagem (verbal+visual); (verbal+audiovisual);(verbal+gestual;etc).Precisamos ampliar os estudos do processamento textual.
Repondido por: SANDRA MARA SANTOS CARNEIRO em 20/05/2009 as 21:51:04.2150
Todo ser humano tem necessidade de se comunicar.Sabemos que só há comunicação quando há entendimento entre os interlocutores. Sendo assim, precisamos conhecer os gêneros textuais para que possamos usar o gênero mais adequado em cada situação, tornando a comunicação mais clara e mais objetiva.
Repondido por: ADRIANA APARECIDA DENIZ SANCHES em 21/05/2009 as 10:19:15.3050
Há muito tempo vem se discutindo que a leitura transforma o homem em sua maneira de pensar, quando este faz leituras assíduas, que lhe permite o conhecimento através da leitura de obras fazendo dela hábito diário, também viabilizando a importância da mesma em sua vida, com isso, despertando a necessidade de buscar conhecimentos através da leitura. É importante, que diferentes tipos textuais permitam ao leitor o conhecimento através de suas leituras, pois é uma forma de emergir do senso comum forçando o entendimento e as próprias deduções desenvolvendo assim seu raciocínio intelecto. Por isso, torna-se necessário fazer da leitura um hábito diário, levar o leitor a ser um pesquisador contínuo, questionador que encontre soluções para suas dificuldades, sejam nas pesquisas, relacionamentos, conhecimento ou situações de seu dia-a-dia, buscando sempre novos significados através de novas leituras e trabalhos com textos diversificados. Além disso deverá viabilizar a importância da leitura em sua vida, despertando a necessidade de buscar conhecimento através da mesma, pois, quanto mais se ler melhor se transforma o senso crítico tanto para expressão oral como escrita, dessa forma o conhecimento vem de encontro com a imaginação tornando muito agradável a descoberta da leitura. Portanto, a leitura deve ser assídua na vida do leitor; também, deverá dar-lhe prazer, sendo ela um meio de informação, conhecimento, entretenimento e mais abrangente que permite usar-se da imaginação e do conhecimento já existente interagindo sempre com o novo, muitas vezes o antigo, contido em uma obra.
Repondido por: ROSILANE TRINDADE em 21/05/2009 as 13:44:44.81
A escola trabalha com jovens que estão sempre "plugados"no mundo(tv,internet,som,quadrinhos,pinturas,etc)o que torna nosso trabalho mais desafiador no que diz respeito a manter o interesse desse "novo"aluno em um ambiente tão passivo.Reconhecer características típicas de um gênero é um primeiro passo para que o texto possa ser um intrumento de contrução de sentido para esse aluno.E também no desenvolvimento da criatividade/motivação,tão escassa em nossos alunos
Repondido por: MONICA STOLZ em 21/05/2009 as 16:24:06.3170
Para que o aluno possa identificar todas essas modalidades de escritas ,e que o mesmo se situe dentro das mais diversificadas situações em leituras por ele deparadas .
Repondido por: ULGO GONÇALVES DO AMARAL em 21/05/2009 as 20:34:22.6710
Por que trabalhar gêneros textuais? Porque é através dos diferentes modos de leitura que torna o ato de LER um “diálogo” incrível que alimenta, constrói, cria e recria... É na e pela palavra lida, criada ou recriada a partir de leituras que o leitor pode também se constituir, crescer, fruir e se perceber dono e senhor de outras palavras, de outros textos, de seu texto - mesmo que silencioso. Do movimento entre um eu e um texto uma rede de relações entre o universo do leitor e o universo do texto que, por sua vez, pode mobilizar outros textos, outros tempos, outras artes, outras leituras e necessariamente, outros sentidos. Sabemos que, para que o diálogo leitor/textos seja pleno, é preciso que haja especialmente com o jovem em formação, uma intensa motivação, que deve necessariamente partir do envolvimento de todos os sentidos. O jovem leitor deve perceber que o ato de ler e escrever é o envolvimento de um olhar especial de que todo o corpo é participante. É a leitura que envolve o movimento, os sentidos, para envolver também o intelecto, o espírito. O domínio das linguagens que permeiam as relações de mundo de hoje apresenta-se não apenas como mais um exercício das capacidades do intelecto, mas como um dos mais frutíferos exercícios para o desenvolvimento de um olhar mais agudo sobre o mundo, sobre si mesmo. Bakhtin, em Marxismo e Filosofia da linguagem, fortalece a idéia de que não há como pensar em linguagem sem pensar no fato que subjaz a qualquer forma de expressão um ato de interação, de interlocução: do sujeito com outro sujeito, do sujeito consigo mesmo, do sujeito com os possíveis produtos das intenções de comunicação constituídos na e pela linguagem. Assim, pode-se afirmar também que igualmente subjaz a toda e qualquer interlocução, sempre, a produção de um diálogo! Então, colegas! Vamos extravasar em sala de aula toda a riqueza de gêneros textuais que se apresentam ao nosso educando seja pela TV, WEB, jogos eletrônicos, e cativá-los para a leitura direcionada nas aulas ministradas por nós.
Repondido por: CLEUDENEI GUEDES DOS SANTOS VARELA em 22/05/2009 as 14:33:13.2450
Relaciono mais algumas das exposições dos professores/cursistas que fizeram do nosso primeiro fórum um ambiente de muita aprendizagem: Ana Maria Teixeira:... excelente oportunidade de se lidar com a língua nos seus mais diversos usos do cotidiano. Luciane Campolin: Textos que circulam no mundo, que têm uma função específica, para um público específico e com características próprias. Keller: Possibilita o contato direto com a linguagem e suas mais variadas formas de interação... Eliane Silva: ...cada situação exige um formato de texto diferente... Adriana Sanches:..só há comunicação quando há entendimento entre os interlocutores... Sandra: Precisamos ampliar os estudos do processamento textual. Rosilane Trindade: ...buscar sempre novos significados através de novas leituras e trabalhar com textos diversificados. Mônica Stolz: Reconhecer características típicas de um gênero é um primeiro passo para que o texto possa ser instrumento de construção de sentido ao aluno. Ulgo: ...para que o aluno possa identificar todas essas modalidades de escrita... Iniciado o trabalho, o professor precisa se assegurar de seu próprio conhecimento sobre o gênero que ensinará. Quanto maior for seu domínio sobre os elementos do gênero, mais fácil será diagnosticar o que seus alunos sabem e o que precisam aprender sobre ele. O diagnóstico, primeiro passo de uma sequência didática bem planejada, permite que o professor avalie as condições de cada um de seus alunos, seja no domínio do gênero textual com o qual estão trabalhando, seja nas competências gerais de leitura e escrita dos alunos. Bom Trabalho a todos!
Repondido por: RITA SCHUMANN em 22/05/2009 as 15:08:19.7750
Professora Cleudenei, sua participação não foi só escrita, seu corpo e alma estiveram presentes. Espero que sua docência seja como esta participação. Parabéns!
Repondido por: RITA SCHUMANN em 22/05/2009 as 15:20:52.3950
Repondido por: CLARICE HAUFFE em 24/05/2009 as 01:08:25.1350
Repondido por: CLARICE HAUFFE em 24/05/2009 as 01:14:32.6280
A leitura enquanto prática cultural na formação do cidadão ocorre a partir das situações que a realidade apresenta, numa perspectiva interacionista. No momento da prática social processam-se leituras as quais habilitarão o cidadão a ampliar as possibilidades de leitura dos textos e da própria realidade social. Logo, a prática de leitura pressupõe a atividade do leitor em interagir com o texto, partindo das relações que com ele estabelece, segundo suas experiências. Nesse sentido, é que julgamos pertinente que essa ação ultrapasse as paredes da escola/casa, para que a leitura não estacione no pressuposto de mera interpretação em que tudo é previsível. A leitura necessita ser entendida no seu contexto textual, ou seja, professores precisam entender como se constroem os sujeitos enquanto leitores, em suas várias dimensões, para que se tenha a ideia da construção histórica-cultural do ato de ler. Neste sentido, o trabalho com gêneros textuais, como objeto de ensino, se torna fundamental. É claro que o primeiro passo para o êxito com o trabalho em sala de aula com um gênero de texto é a competência do professor em lidar socialmente com tal espécie de texto. O trabalho com gêneros textuais obriga-nos a compreender tanto as características estruturais de determinado texto (como ele é feito) como as condições sociais que levam ao funcionamento e ao bom êxito das mesmas (como ele funciona na sociedade). Ler linguagens diferentes da realidade e, especialmente ler textos implicam o resgate da cidadania, porque o leitor percebe o poder que possui, ao criar sentidos para os textos que se apresentam a cada passo do cotidiano.
Repondido por: MARLISE APARECIDA RECALCATE em 24/05/2009 as 18:37:10.2060
Repondido por: CLARICE HAUFFE em 24/05/2009 as 20:50:20.9080
Se faz importante o uso de diferentes textos nâo só para melhorarmos a leitura de nossos alunos,mas para que eles compreendam melhor o mundo a sua volta.
Repondido por: SÍLVIA BARZOTTO DE OLIVEIRA em 25/05/2009 as 13:41:44.0640
para introduzir o aluno no mundo da leitura e que ele opte pelo qual lhe convier,é preciso conhecer para que as aulas não fiquem na mesmice e se existem tem que se trabalhar
Repondido por: LUCIMAR BARZOTTO em 25/05/2009 as 22:35:48.4160
Creio que os assuntos gêneros literários e tipologia textual já foi suficientemente explicitados pelos colegas que manifestaram sua opinião neste fórum. Quero, entretanto, tratar de mais duas questões relativas a esse tema. Primeira: fiquei fascinada com a mescla de tipos textuais que aparecem em determinados gêneros, evidentemente que, de acordo com o objetivo do locutor, sempre um deles prevalece. Sabemos que é fácil fazer o recorte num texto e estudar isoladamente um tipo textual, como, por exemplo, descrição. No entanto, para identificar tipologias textuais com exatidão num texto mesclado com vários tipos textuais não é tarefa fácil, especialmente quando alguns tipos são bastante parecidos, como é o caso do argumentativo e do expositivo. Isso exige de nós professores mais estudo teórico, mais análises textuais para reconhecer e trabalhar didaticamente esse assunto junto aos nossos alunos. Segunda: trabalhar gêneros e tipologias textuais é mais desafio que enfrentamos na tentativa de tornar mais eficiente o ensino da língua portuguesa. No entanto, temos nos defrontado em nossas escolas com o problema de cotas para reprodução de materiais, já que é complicado analisar uma notícia quando cada aluno tem um texto diferente. Então uma solução, a curto prazo, é redimensionar o uso do livro didático (tão criticado equivocadamente por “especialistas” em educação e até por colegas professores). Claro que tudo isso não nos desobriga da nossa tarefa básica que é ensinar a estrutura e os mecanismos de funcionamento da linguagem oral e escrita, senão que suporte os alunos terão para identificar tipologia textuais dentro dos gêneros, se não sabem diferenciar substantivos, adjetivos e verbos?
Repondido por: CLARICE HAUFFE em 25/05/2009 as 23:08:19.8650
A formação de um leitor crítico envolve o conhecimento das relações sociais, formas de conhecimento veiculadas por meio de textos em diferentes situações, sabemos que os textos estão em constante evolução, logo, o estudo dos gêneros textuais é de suma importancia para termos um leitor atualizado.
Repondido por: RITA CÁCIA DA SILVA em 25/05/2009 as 23:15:49.6550
GÊNEROS TEXTUAIS Quanto mais forem trabalhados os gêneros textuais na escola, mais os alunos poderão desenvolver e construir sua própria linguagem, podendo assim expressar-se adequadamente sabendo diferenciar qual gênero textual deve ser usado em situações diferenciadas; ou seja a linguagem deve ser adequada ao contexto.
Repondido por: JUCELIA GAN em 27/05/2009 as 18:44:51.8190
quando trabalhamos este assunto os alunos podem fazer interferências e tirar conclusões de seus próprios pensamentos, além de trabalharmos a gramática através de textos.
Repondido por: LUCIMARA RIBEIRO em 28/05/2009 as 15:10:56.7460
É muito importante para o aluno o conhecimento de vários gêneros textuais, para que o mesmo saiba identificar tudo o que lê e enriqueça sua forma de comunicação.
Repondido por: ALESSANDRA BASSO CAVALHEIRO em 28/05/2009 as 15:29:38.2730
Para que sua leitura seja entendida no seu contexto textual, Precisa – se entender como se constroem os sujeitos enquanto leitores, em suas várias dimensões, Para que se tenha a idéia da construção histórico-cultural do ato de ler e, neste sentido, o trabalho com gêneros textuais, como objeto de ensino, se torna fundamental. Formas diferenciadas pelos leitores, ou seja, a partir da condição de leitores populares ou não. Profª: Vera Ione Antunes
Repondido por: VERA IONE TRIZOTTO ANTUNES em 29/05/2009 as 21:17:22.3120
Repondido por: SANDRA MARA SANTOS CARNEIRO em 06/06/2009 as 20:24:50.2950
A única coisa que se aproveita da Língua Portuguesa na escola é aquilo que se produz, ou seja, leitura, análise e produção de texto. Desta forma, é essencial que se conheça as características que diferem cada gênero ou tipologia textual. É importante que nosso aluno possa identificar estas diferenças para fins didáticos e práticos. Se ele não identificar este ou aquele pormenor da gramática, não será um fato prejudicial em sua vida, mas se ele não souber identificar e produzir diferentes tipos e gêneros textuais, certamente sua qualidade de vida estará comprometida, pois estará comprometida também sua capacidade de expressão. Estes fatores de leitura, análise e produção de texto é que serão realmente importantes na sua vida cotidiana.
Repondido por: MÁRCIO ROBERTO GOES em 10/06/2009 as 18:37:41.2360
A única coisa que se aproveita da Língua Portuguesa na escola é aquilo que se produz, ou seja, leitura, análise e produção de texto. Desta forma, é essencial que se conheça as características que diferem cada gênero ou tipologia textual. É importante que nosso aluno possa identificar estas diferenças para fins didáticos e práticos. Se ele não identificar este ou aquele pormenor da gramática, não será um fato prejudicial em sua vida, mas se ele não souber identificar e produzir diferentes tipos e gêneros textuais, certamente sua qualidade de vida estará comprometida, pois estará comprometida também sua capacidade de expressão. Estes fatores de leitura, análise e produção de texto é que serão realmente importantes na sua vida cotidiana.
Repondido por: MÁRCIO ROBERTO GOES em 10/06/2009 as 18:38:04.4120
Acredito que o trabalho com a leitura, compreensão e a produção escrita em Língua Materna deve ter como meta primordial o desenvolvimento no aluno de habilidades que façam com que ele tenha capacidade de usar um número sempre maior de recursos da língua para produzir efeitos de sentido(gêneros textuais) de forma adequada a cada situação específica de interação humana. Edilnea
Repondido por: EDILNEA APARECIDA MONTOSKI em 19/06/2009 as 09:45:42.8630
Trabalhar generos textuais é uma das maneiras que possibilita o aluno expressar,construir, desenvolver e também transmitir seus pensamentos e objetivos para a formação de um cidadão cheio expectativas boas e capaz de contribuir para um melhor entendimento da nossa tão falada língua.
Repondido por: SIMONE APARECIDA STELZNER em 19/06/2009 as 14:19:55.1770
Sequências Tipológicas - Gestar II - E.E.B Paulo Schieffler
TIPOLOGIANDO O GESTAR
É de conhecimento geral dos professores de Língua Portuguesa, que o governo está oferecendo o curso de capacitação GESTAR II para subsidiá-los em sua prática pedagógica, pois há necessidade de uma formação continuada, interação entre os cursistas, como também um benefício aos alunos da rede pública estadual.
Os encontros do GESTAR II, ocorrerão de abril a dezembro de 2009, num total de 300 horas, sendo ministrados pelas professoras formadoras Rita Schumann, Nelci Metz e Liliane da Silva, com a coordenação de Neli Feldhaus Corbari. Os mesmos acontecerão no Auditório Pedro Ivo Campos – Secretaria do Estado do Desenvolvimento Regional em Caçador. A participação dos professores cursistas será primordial, pois deverão realizar ativamente as suas atividades presenciais como também via on-line através de fóruns e postagens de trabalhos desenvolvidos em sala.
Durante a apresentação dos trabalhos expositivos, percebe-se o quão é valiosa a interação dos mesmos, pois as experiências compartilhadas são ricas, interessantes e até mesmo curiosas. Nossas histórias chegam até confundir-se, pois nos deparamos com problemas comuns como a superlotação de turmas, poucos subsídios para as escolas, etc. Os professores que se fazem presentes nos encontros demonstram-se comprometidos, responsáveis e atuantes em seu universo escolar.
Por isso pessoal, faça o Gestar, com interesse e responsabilidade.
Se você fizer o curso com dedicação e aproveitando o máximo dele, seguramente você colherá bons resultados.
Professoras: Angela Colussi, Everlaine Urio, Maristela de Bortoli, Rosilane Trindade.
É de conhecimento geral dos professores de Língua Portuguesa, que o governo está oferecendo o curso de capacitação GESTAR II para subsidiá-los em sua prática pedagógica, pois há necessidade de uma formação continuada, interação entre os cursistas, como também um benefício aos alunos da rede pública estadual.
Os encontros do GESTAR II, ocorrerão de abril a dezembro de 2009, num total de 300 horas, sendo ministrados pelas professoras formadoras Rita Schumann, Nelci Metz e Liliane da Silva, com a coordenação de Neli Feldhaus Corbari. Os mesmos acontecerão no Auditório Pedro Ivo Campos – Secretaria do Estado do Desenvolvimento Regional em Caçador. A participação dos professores cursistas será primordial, pois deverão realizar ativamente as suas atividades presenciais como também via on-line através de fóruns e postagens de trabalhos desenvolvidos em sala.
Durante a apresentação dos trabalhos expositivos, percebe-se o quão é valiosa a interação dos mesmos, pois as experiências compartilhadas são ricas, interessantes e até mesmo curiosas. Nossas histórias chegam até confundir-se, pois nos deparamos com problemas comuns como a superlotação de turmas, poucos subsídios para as escolas, etc. Os professores que se fazem presentes nos encontros demonstram-se comprometidos, responsáveis e atuantes em seu universo escolar.
Por isso pessoal, faça o Gestar, com interesse e responsabilidade.
Se você fizer o curso com dedicação e aproveitando o máximo dele, seguramente você colherá bons resultados.
Professoras: Angela Colussi, Everlaine Urio, Maristela de Bortoli, Rosilane Trindade.
Edital do Concurso :Educação Fiscal na Escola
GOVERNO DO ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SECRETARIA DE ESTADO DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL – CAÇADOR
GERÊNCIA DE EDUCAÇÃO DE CAÇADOR
SECRETARIA DE ESTADO DA FAZENDA
I CONCURSO “A EDUCAÇÃO FISCAL NA ESCOLA”
REGULAMENTO:
1 - DOS OBJETIVOS
Promover e institucionalizar a Educação Fiscal como instrumento para a cidadania;
Sensibilizar o cidadão para a função socioeconômico do tributo; e
Levar o cidadão conhecimentos sobre a administração pública.
2 - DOS PARTICIPANTES
Alunos do Ensino Fundamental (1ª a 8ª séries) da Rede Pública Estadual dos Municípios de abrangência da 10ªSDR – Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional de Caçador.
3 - DO TEMA
Programa Educação Fiscal: um exercício de cidadania em SC.
4 – DAS CATEGORIAS
· DESENHO: destinado aos alunos das 1ªs séries.
· FRASE: destinado aos alunos das 2ªs séries.
· BILHETE: destinado aos alunos das 3ªs séries.
· HISTÓRIA EM QUADRINHOS: destinado aos alunos das 4ª s séries.
· RECEITA: destinado aos alunos das 5ª s séries.
· POEMA: destinado aos alunos das 6ª s séries.
· CARTA DE LEITOR: destinado aos alunos das 7ª s séries.
· ARTIGO DE OPINIÃO: destinado aos alunos das e 8ª s séries.
5 – DA APRESENTAÇÃO DO TRABALHO
5.1 - Escrito em língua portuguesa, ter um título;
5.2 – Em papel tamanho A-4;
5.3 – Quando texto, digitado com fonte TIMES NEW ROMAN, tamanho 12, espaço simples;
5.4 - O trabalho deverá ser apresentado em 02 (duas) folhas, a primeira especificando título do trabalho, nome do aluno, data de nascimento, endereço residencial completo, telefone, Gerência de abrangência, escola, rede, série, professor orientador, título do trabalho e pseudônimo. Na segunda folha, a do trabalho, contendo título e o pseudônimo.
6 – DO CRONOGRAMA
6.1 – FASE ESCOLAR: Até 18 de maio.
Para produção dos trabalhos e seleção de 2 (dois) por categoria, os quais deverão ser encaminhados à Gerência de Educação de Caçador até dia 21 de maio de 2009.
6.2 – FASE FINAL: De 22 de maio a 27 de maio de 2009.
A GERED e a Receita de Caçador reunirá a comissão julgadora para selecionar o 1º, 2º e 3º trabalhos em cada categoria de 1ªs à 6ªs séries do Ensino Fundamental e 1º e 2º trabalhos de 7ªs e 8ªs séries.
7 - DA AVALIAÇÃO
7.1 - A comissão julgadora será composta por professores da Rede e técnicos da GERED, e analista da Receita Estadual.
7.2 – A comissão examinadora é soberana em julgamento, não cabendo recurso ou impugnação das decisões que proferir.
7.3 - A comissão examinadora tomará como critérios para avaliação:
· adequação ao tema proposto;
· coesão, coerência e clareza da exposição;
· expressão, imaginação, criatividade e originalidade.
7.4 - Todos os trabalhos deverão ser de autoria do próprio candidato. Qualquer semelhança com outros já existentes, sejam de livros, artigos de jornais, revistas ou Internet, será motivo para desclassificação do mesmo.
8 - DO RESULTADO
8.1 - O resultado do concurso será divulgado através dos meios de comunicação e para as Unidades Escolares disponíveis até o dia 27 de maio de 2009.
9 - DA PREMIAÇÃO
9.1 – A premiação da etapa final ocorrerá em sessão solene no dia 29 de maio de 2009, no Auditório Pedro Ivo Campos, na SDR – Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional, para todos os trabalhos classificados em 1º, 2º e 3º lugar nas categorias: DESENHO, FRASE, BILHETE, HISTÓRIA EM QUADRINHOS, RECEITA E POEMA, CARTA DE LEITOR E ARTIGO DE OPINIÃO.
9.2 – Será premiada as duas Unidades Escolares que apresentarem maior número de trabalhos premiados. Estas serão classificadas em 1º e 2º lugar. No caso de empate, vencerá a Unidade Escolar que classificou maior número de trabalhos em 1º lugar e assim sucessivamente.
9.3 – A premiação será cedida pela Secretaria de Estado da Fazenda - Receita Estadual - Caçador, e consiste:
01 (um) MP4 para cada aluno classificado em 1º lugar independente da categoria;
01 (um) MP3 para cada aluno classificado em 2º e 3º lugar nas categorias supracitadas.
01 (um) Um DVD para a Unidade Escolar classificada em 1º lugar.
01 (um) CD Player portátil para a Unidade Escolar classificada em 2º lugar.
10 - DISPOSIÇÕES GERAIS
10.1 - Os direitos autorais dos trabalhos premiados pertencem aos autores, reservando-se a Secretaria de Estado da Educação de Caçador e da Secretaria de Estado da Fazenda a prerrogativa de publicá-los por qualquer forma ou processo, em conjunto ou separados, sem quaisquer ônus ou pagamentos, a qualquer tempo, desde que citado o autor.
10.2 - Os trabalhos não serão devolvidos aos autores independente de terem ou não, sido premiados.
10.3 – A participação no concurso implica em aceitação tácita, por parte dos concorrentes, de todas as normas expressas neste regulamento.
10.4 - Os casos omissos serão resolvidos pela comissão examinadora do concurso.
10.5 - Serão sumariamente desclassificados os trabalhos que não preencherem as condições estabelecidas neste regulamento.
10.6 - Os contemplados estarão sujeitos a ceder seu nome, imagem e voz para a divulgação deste evento sem qualquer ônus a Secretaria de Estado da Educação e/ou Secretaria de Estado do Desenvolvimento Regional de Caçador e Secretaria de Estado da Fazenda.
FICHA DE IDENTIFICAÇÃO DO TRABALHO 2ª FOLHA
Título do Trabalho -
Pseudônimo -
GOVERNO DO ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SECRETARIA DE ESTADO DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL – CAÇADOR
GERÊNCIA DE EDUCAÇÃO DE CAÇADOR
SECRETARIA DE ESTADO DA FAZENDA
I CONCURSO “EDUCAÇÃO FISCAL NA ESCOLA”
FICHA DE IDENTIFICAÇÃO DO CANDIDATO 1ª FOLHA
ALUNO(A):
DATA DE
NASCIMENTO:
DIA
MÊS
ANO
LOCAL DE NASCIMENTO
ENDEREÇO RESIDENCIAL:
BAIRRO:
CIDADE:
UF:
CEP:
FONE:
ESCOLA:
SÉRIE:
GERÊNCIA DE ABRANGÊNCIA:
REDE:
PROFESSOR ORIENTADOR:
FONE:
TÍTULO DO TRABALHO:
PSEUDÔNIMO:
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SECRETARIA DE ESTADO DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL – CAÇADOR
GERÊNCIA DE EDUCAÇÃO DE CAÇADOR
SECRETARIA DE ESTADO DA FAZENDA
I CONCURSO “A EDUCAÇÃO FISCAL NA ESCOLA”
REGULAMENTO:
1 - DOS OBJETIVOS
Promover e institucionalizar a Educação Fiscal como instrumento para a cidadania;
Sensibilizar o cidadão para a função socioeconômico do tributo; e
Levar o cidadão conhecimentos sobre a administração pública.
2 - DOS PARTICIPANTES
Alunos do Ensino Fundamental (1ª a 8ª séries) da Rede Pública Estadual dos Municípios de abrangência da 10ªSDR – Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional de Caçador.
3 - DO TEMA
Programa Educação Fiscal: um exercício de cidadania em SC.
4 – DAS CATEGORIAS
· DESENHO: destinado aos alunos das 1ªs séries.
· FRASE: destinado aos alunos das 2ªs séries.
· BILHETE: destinado aos alunos das 3ªs séries.
· HISTÓRIA EM QUADRINHOS: destinado aos alunos das 4ª s séries.
· RECEITA: destinado aos alunos das 5ª s séries.
· POEMA: destinado aos alunos das 6ª s séries.
· CARTA DE LEITOR: destinado aos alunos das 7ª s séries.
· ARTIGO DE OPINIÃO: destinado aos alunos das e 8ª s séries.
5 – DA APRESENTAÇÃO DO TRABALHO
5.1 - Escrito em língua portuguesa, ter um título;
5.2 – Em papel tamanho A-4;
5.3 – Quando texto, digitado com fonte TIMES NEW ROMAN, tamanho 12, espaço simples;
5.4 - O trabalho deverá ser apresentado em 02 (duas) folhas, a primeira especificando título do trabalho, nome do aluno, data de nascimento, endereço residencial completo, telefone, Gerência de abrangência, escola, rede, série, professor orientador, título do trabalho e pseudônimo. Na segunda folha, a do trabalho, contendo título e o pseudônimo.
6 – DO CRONOGRAMA
6.1 – FASE ESCOLAR: Até 18 de maio.
Para produção dos trabalhos e seleção de 2 (dois) por categoria, os quais deverão ser encaminhados à Gerência de Educação de Caçador até dia 21 de maio de 2009.
6.2 – FASE FINAL: De 22 de maio a 27 de maio de 2009.
A GERED e a Receita de Caçador reunirá a comissão julgadora para selecionar o 1º, 2º e 3º trabalhos em cada categoria de 1ªs à 6ªs séries do Ensino Fundamental e 1º e 2º trabalhos de 7ªs e 8ªs séries.
7 - DA AVALIAÇÃO
7.1 - A comissão julgadora será composta por professores da Rede e técnicos da GERED, e analista da Receita Estadual.
7.2 – A comissão examinadora é soberana em julgamento, não cabendo recurso ou impugnação das decisões que proferir.
7.3 - A comissão examinadora tomará como critérios para avaliação:
· adequação ao tema proposto;
· coesão, coerência e clareza da exposição;
· expressão, imaginação, criatividade e originalidade.
7.4 - Todos os trabalhos deverão ser de autoria do próprio candidato. Qualquer semelhança com outros já existentes, sejam de livros, artigos de jornais, revistas ou Internet, será motivo para desclassificação do mesmo.
8 - DO RESULTADO
8.1 - O resultado do concurso será divulgado através dos meios de comunicação e para as Unidades Escolares disponíveis até o dia 27 de maio de 2009.
9 - DA PREMIAÇÃO
9.1 – A premiação da etapa final ocorrerá em sessão solene no dia 29 de maio de 2009, no Auditório Pedro Ivo Campos, na SDR – Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional, para todos os trabalhos classificados em 1º, 2º e 3º lugar nas categorias: DESENHO, FRASE, BILHETE, HISTÓRIA EM QUADRINHOS, RECEITA E POEMA, CARTA DE LEITOR E ARTIGO DE OPINIÃO.
9.2 – Será premiada as duas Unidades Escolares que apresentarem maior número de trabalhos premiados. Estas serão classificadas em 1º e 2º lugar. No caso de empate, vencerá a Unidade Escolar que classificou maior número de trabalhos em 1º lugar e assim sucessivamente.
9.3 – A premiação será cedida pela Secretaria de Estado da Fazenda - Receita Estadual - Caçador, e consiste:
01 (um) MP4 para cada aluno classificado em 1º lugar independente da categoria;
01 (um) MP3 para cada aluno classificado em 2º e 3º lugar nas categorias supracitadas.
01 (um) Um DVD para a Unidade Escolar classificada em 1º lugar.
01 (um) CD Player portátil para a Unidade Escolar classificada em 2º lugar.
10 - DISPOSIÇÕES GERAIS
10.1 - Os direitos autorais dos trabalhos premiados pertencem aos autores, reservando-se a Secretaria de Estado da Educação de Caçador e da Secretaria de Estado da Fazenda a prerrogativa de publicá-los por qualquer forma ou processo, em conjunto ou separados, sem quaisquer ônus ou pagamentos, a qualquer tempo, desde que citado o autor.
10.2 - Os trabalhos não serão devolvidos aos autores independente de terem ou não, sido premiados.
10.3 – A participação no concurso implica em aceitação tácita, por parte dos concorrentes, de todas as normas expressas neste regulamento.
10.4 - Os casos omissos serão resolvidos pela comissão examinadora do concurso.
10.5 - Serão sumariamente desclassificados os trabalhos que não preencherem as condições estabelecidas neste regulamento.
10.6 - Os contemplados estarão sujeitos a ceder seu nome, imagem e voz para a divulgação deste evento sem qualquer ônus a Secretaria de Estado da Educação e/ou Secretaria de Estado do Desenvolvimento Regional de Caçador e Secretaria de Estado da Fazenda.
FICHA DE IDENTIFICAÇÃO DO TRABALHO 2ª FOLHA
Título do Trabalho -
Pseudônimo -
GOVERNO DO ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
SECRETARIA DE ESTADO DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL – CAÇADOR
GERÊNCIA DE EDUCAÇÃO DE CAÇADOR
SECRETARIA DE ESTADO DA FAZENDA
I CONCURSO “EDUCAÇÃO FISCAL NA ESCOLA”
FICHA DE IDENTIFICAÇÃO DO CANDIDATO 1ª FOLHA
ALUNO(A):
DATA DE
NASCIMENTO:
DIA
MÊS
ANO
LOCAL DE NASCIMENTO
ENDEREÇO RESIDENCIAL:
BAIRRO:
CIDADE:
UF:
CEP:
FONE:
ESCOLA:
SÉRIE:
GERÊNCIA DE ABRANGÊNCIA:
REDE:
PROFESSOR ORIENTADOR:
FONE:
TÍTULO DO TRABALHO:
PSEUDÔNIMO:
Trabalho de alunos - Biografia - Professora Silvana
BIOGRAFIA
1- CLAUDIA DE OLIVEIRA MRÓZ
Claudia de Oliveira Mróz nasceu em 1997, em Caçador, SC. Viveu até os dois anos na casa da avó paterna e logo depois foi para a casa da avó materna.
Iniciou sua vida escolar aos cinco anos e logo aprendeu a ler. Sempre foi aprovada nas séries seguintes, sem prestar exames.
Aos onze anos pensava em estudar medicina ou decoração.
Já passou por três pneumonias e em consequência disso tem problemas asmáticos, os quais precisam ser tratados até hoje. Teve também problemas de colunas e vários problemas alérgicos.
Seu primeiro amor aconteceu aos cinco anos, na pré-escola, um amor que durou quatro anos e que depois desse tempo, transformou-se em uma grande amizade.
Em sua vida escolar conheceu várias garotas, as quais se tornaram suas grandes amigas.
Hoje vive feliz com sua família, pensa futuramente também construir a sua, ter filhos e viver muitos anos.
2- WILLIAN HAAS
Willian Haas nasceu em 1997, em Venâncio Aires, no RS. Morou em muitas cidades.
Quando criança era nervoso e só aprontava. Começou a estudar na pré-escola “Xodó da Tia Joice”, onde continuava aprontando.
Em 2005, foi morar em Caçador, SC e começou a estudar na primeira série na escola Berger; tirava boas notas, porém sua mãe resolveu mudá-lo de escola. Foi estudar na escola Paulo Schiffler, sua escola preferida. Lá concluiu a quarta série.
No ano seguinte (2008), mudou-se para Serafina Corrêa, a pior cidade em que já morou, e apenas um mês depois retornou a Caçador.
Atualmente estuda na escola Dom Orlando Dotti, na sexta série matutina.
1- CLAUDIA DE OLIVEIRA MRÓZ
Claudia de Oliveira Mróz nasceu em 1997, em Caçador, SC. Viveu até os dois anos na casa da avó paterna e logo depois foi para a casa da avó materna.
Iniciou sua vida escolar aos cinco anos e logo aprendeu a ler. Sempre foi aprovada nas séries seguintes, sem prestar exames.
Aos onze anos pensava em estudar medicina ou decoração.
Já passou por três pneumonias e em consequência disso tem problemas asmáticos, os quais precisam ser tratados até hoje. Teve também problemas de colunas e vários problemas alérgicos.
Seu primeiro amor aconteceu aos cinco anos, na pré-escola, um amor que durou quatro anos e que depois desse tempo, transformou-se em uma grande amizade.
Em sua vida escolar conheceu várias garotas, as quais se tornaram suas grandes amigas.
Hoje vive feliz com sua família, pensa futuramente também construir a sua, ter filhos e viver muitos anos.
2- WILLIAN HAAS
Willian Haas nasceu em 1997, em Venâncio Aires, no RS. Morou em muitas cidades.
Quando criança era nervoso e só aprontava. Começou a estudar na pré-escola “Xodó da Tia Joice”, onde continuava aprontando.
Em 2005, foi morar em Caçador, SC e começou a estudar na primeira série na escola Berger; tirava boas notas, porém sua mãe resolveu mudá-lo de escola. Foi estudar na escola Paulo Schiffler, sua escola preferida. Lá concluiu a quarta série.
No ano seguinte (2008), mudou-se para Serafina Corrêa, a pior cidade em que já morou, e apenas um mês depois retornou a Caçador.
Atualmente estuda na escola Dom Orlando Dotti, na sexta série matutina.
Sequência Tipológica - GESTAR II - E.E.F 30 de Outubro
Narrando o Gestar II
O curso gestar veio para nos ajudar na disciplina de Língua Portuguesa, abrindo novos horizontes em relação à linguagem e comunicação, tornando-se assim, um grande instrumento no nosso dia-a-dia, pois é preciso trabalhar e desenvolver uma forma de como comunicar e conviver bem no mundo das palavras.
Descrevendo o Gestar II
O curso gestar nada mais é do que saborear conhecimentos e o português aperfeiçoar, através dos livros de encontros e também de trocas de experiências entre nos educadores.
Pois,todos nos sabemos que em todos os gêneros textuais há uma grande amplitude do homem em seu universo.
Dissertando o Gestar II
O homem apenas se concretiza como ser pensante e é capaz de desenvolver inteligências quando, à medida que faz parte de uma sociedade, integra-se recebendo e transmitindo informações. Desse modo, dá-se a importância do curso gestar II e também de nos aperfeiçoarmos através de leitura e escrita aumentando assim as nossas fronteiras no universo cultural do qual fazemos parte.
Preditivo
Os astros falam pra vocês que são gestarianos .
Há um desejo nítido de quebrar a rotina e ganhar mais conhecimento, você está contando com a ajuda das estrelas para fazer o que “gosta” e ao mesmo tempo favorecer o aprendizado. Você saberá cativar o seu público colocando em prática o que aprendeu.
Cor: verde idem ao livro do Gestar II Número TP4
Injuntivo
Pizza Portuguesa à Gestar
Ingredientes para a massa:
48km Para chegar ao destino
5R$ para a gasolina
Uma pitada de bom humor
1/2kg de boa vontade
5 colheres de disponibilidade
18 unidades de livros Gestar II de Português
¾ de trocas de experiências
Um lanchinho bem gostoso
Ingredientes para a cobertura:
5kg de conhecimento
100gr de boas risadas
Professoras preparadas e interessadas para nos servir conhecimentos bem fresquinhos
Para decorar: novas amizades.
Modo de preparar:
Dissolva os R$5,00 em 48 km para chegar ao destino do curso misturado com os 18 livros do curso Gestar II e as trocas de experiências.
Vá acrescentando aos poucos 1/2kg de boa vontade e as 5 colheres de disponibilidade enquanto sova, até obter o conhecimento almejado para passar aos alunos.
Essa pizza deverá ser feita as terças-feiras nos encontros do Gestar.
Valores nutritivos: Certificado: 300h
Carboidratos: com essas refeições vai aumentar
Calorias: gastamos fazendo e apresentando os trabalhos
Gorduras: as de todos os cursistas
O curso gestar veio para nos ajudar na disciplina de Língua Portuguesa, abrindo novos horizontes em relação à linguagem e comunicação, tornando-se assim, um grande instrumento no nosso dia-a-dia, pois é preciso trabalhar e desenvolver uma forma de como comunicar e conviver bem no mundo das palavras.
Descrevendo o Gestar II
O curso gestar nada mais é do que saborear conhecimentos e o português aperfeiçoar, através dos livros de encontros e também de trocas de experiências entre nos educadores.
Pois,todos nos sabemos que em todos os gêneros textuais há uma grande amplitude do homem em seu universo.
Dissertando o Gestar II
O homem apenas se concretiza como ser pensante e é capaz de desenvolver inteligências quando, à medida que faz parte de uma sociedade, integra-se recebendo e transmitindo informações. Desse modo, dá-se a importância do curso gestar II e também de nos aperfeiçoarmos através de leitura e escrita aumentando assim as nossas fronteiras no universo cultural do qual fazemos parte.
Preditivo
Os astros falam pra vocês que são gestarianos .
Há um desejo nítido de quebrar a rotina e ganhar mais conhecimento, você está contando com a ajuda das estrelas para fazer o que “gosta” e ao mesmo tempo favorecer o aprendizado. Você saberá cativar o seu público colocando em prática o que aprendeu.
Cor: verde idem ao livro do Gestar II Número TP4
Injuntivo
Pizza Portuguesa à Gestar
Ingredientes para a massa:
48km Para chegar ao destino
5R$ para a gasolina
Uma pitada de bom humor
1/2kg de boa vontade
5 colheres de disponibilidade
18 unidades de livros Gestar II de Português
¾ de trocas de experiências
Um lanchinho bem gostoso
Ingredientes para a cobertura:
5kg de conhecimento
100gr de boas risadas
Professoras preparadas e interessadas para nos servir conhecimentos bem fresquinhos
Para decorar: novas amizades.
Modo de preparar:
Dissolva os R$5,00 em 48 km para chegar ao destino do curso misturado com os 18 livros do curso Gestar II e as trocas de experiências.
Vá acrescentando aos poucos 1/2kg de boa vontade e as 5 colheres de disponibilidade enquanto sova, até obter o conhecimento almejado para passar aos alunos.
Essa pizza deverá ser feita as terças-feiras nos encontros do Gestar.
Valores nutritivos: Certificado: 300h
Carboidratos: com essas refeições vai aumentar
Calorias: gastamos fazendo e apresentando os trabalhos
Gorduras: as de todos os cursistas
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